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O que é endermoterapia?

Endermoterapia, também conhecida como vacuoterapia, é uma técnica desenvolvida para melhorar a circulação. Por isso, promete amenizar a celulite e a gordura localizada.

O tratamento estético une o ultrassom à drenagem linfática a vácuo. Sendo capaz de reduzir os níveis de retenção de líquido no organismo.

Aplicada diretamente na epiderme, a endermologia realiza uma esfoliação, que elimina as células mortas e proporciona um brilho natural ao corpo.

Porém, no geral, é comum vermos promoções de endermoterapia apenas com a promessa de reduzir medidas e modelar o corpo.

A endermoterapia funciona por meio de um aparelho que massageia a área tratada com a ajuda de duas esferas. Localizadas na base inferior. Elas promovem a sucção da pele, graças ao sistema a vácuo, produzindo movimentos de aspiração e deslizamento na pele.

Na endermologia, um profissional especializado promove essas movimentações na pele, além de uma massagem profunda em diversos sentidos. O que estimula a circulação linfática.

Nesses movimentos, os rolos circulam sem gerar atrito, formando pequenas dobras na pele. Isso acontece devido à pressão negativa e a vácuo do aparelho.

Uma combinação que é responsável por estimular a vascularização, as fibras colágenas e elásticas, além de eliminar toxinas.

3 verdades sobre endermologia

#1 Para quem deseja dar adeus à celulite

Saiba que o aparelho promove a desestruturação das fibras intercelulares que envolvem o entorno das células de gordura.

Esse processo é conhecido por causar a celulite. Porém, obter resultados com a endermologia vai depender muito do grau de celulite da paciente. E, claro, de você combinar este tratamento com exercícios e dieta.

#2 Para quem deseja reduzir flacidez

Saiba que a técnica estimula a flexibilidade natural da pele, intensificando a produção de colágeno e elastina. Mas isso reflete apenas no fortalecimento e restabelecimento do brilho natural da pele.

O único tratamento realmente eficaz para acabar com pele flácida é a cirurgia plástica. No abdômen, por exemplo, é indicada a abdominoplastia. O procedimento elimina o excesso de pele e até as estrias localizadas na parte inferior do abdômen.

#3 Para quem deseja eliminar gordura localizada

Saiba que a técnica ajuda a melhorar a circulação, a eliminar toxinas do organismo e a reduzir os níveis de retenção de líquido no organismo. Contribuições que podem favorecer a eliminação de gordura, mas não necessariamente a localizada.

Aliás, esse é um desafio para muitas mulheres. Isto porque, com dieta e atividades físicas regulares você até reduz, porém não as localizadas. Para a temida gordura local a solução mais eficaz e definitiva é a lipoaspiração.

Fonte: Dream Plastic

beijos, Fran
09/04 2019
Plásticas
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Seroma após procedimentos cirúrgicos

(foto: Sitapati.info/Reprodução)

Apesar de ser algo natural, relacionado à reação de “defesa” do corpo, o seroma, ou acúmulo de líquido debaixo da pele, é uma condição que pode aparecer depois de qualquer cirurgia, especialmente daquelas em que há manipulação da pele e do tecido adiposo, como ocorre na lipoaspiração, na abdominoplastia e na mamoplastia. Segundo o cirurgião plástico Luiz Molina, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), o seroma aparece, geralmente, perto da cicatriz da cirurgia.

“É uma reação inflamatória causada pelo próprio sistema imunológico do paciente. O líquido fica represado entre as camadas de pele, levando aos sintomas. Grandes descolamentos do retalho dermogorduroso, ou seja, de pele e de gordura, e manipulação dos canais linfáticos, são mecanismos ligados ao desenvolvimento de um seroma”, esclarece o médico.

Mas, vale lembrar que qualquer cirurgia com essas características pode causar seroma, não é algo exclusivo dos procedimentos estéticos.

De acordo com o cirurgião plástico, os primeiros sinais do seroma costumam ser inchaço ou abaulamento da região afetada. Em seguida pode ocorrer um extravasamento de líquido transparente da cicatriz. Em alguns casos também surgem inchaço, dor, vermelhidão e aumento da temperatura no local, sintomas típicos de inflamação ou infecção.

Normalmente, o seroma aparece nas primeiras duas semanas após o procedimento cirúrgico. Portanto, é nesse período que o paciente precisa estar mais atento às manifestações.

Luiz Molina afirma que o ideal é procurar o médico que fez a cirurgia para uma avaliação do seroma. “O seroma deve ser tratado para não evoluir para o que chamamos de seroma encapsulado. Normalmente, fazemos uma punção e se ainda voltar a formar algumas vezes, colocamos um dreno para ajudar na saída do líquido acumulado”, alerta o especialista.

Embora seja raro, quanto não tratado, o seroma pode evoluir e se transformar na versão “encapsulada”. “É quando o seroma é envolvido por um tecido fibroso e forma uma espécie de cápsula, chamado de pseudobursa. Isso pode levar a uma contração e a saliências que podem causar alterações importantes na cicatriz, evoluindo, em alguns pacientes, para deformidades que podem necessitar de correção cirúrgica”, comenta o cirurgião.

Prevenção

De acordo com o médico, algumas medidas podem ser adotadas ainda na cirurgia para prevenir o seroma. “O ideal é evitar espaços mortos na sutura do tecido subcutâneo. O uso de drenos após o procedimento também ajuda a eliminar o líquido para prevenir seu acúmulo”, diz Molina.

Além disso, é essencial que o paciente siga todas as orientações do pós-cirúrgico, de forma rigorosa. As cintas compressivas, por exemplo, são muito importantes para prevenir o problema, pois promovem a aderência dos tecidos e uma melhor cicatrização, deixando menores e comprimidos os espaços sob a pele. As recomendações de repouso, assim como fazer a correta higiene e curativos na cicatriz também são essenciais.

Fonte: Revista Encontro

beijos, Fran
06/04 2019
Plásticas
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Mitos e verdades sobre a lipoaspiração

1) Lipoaspiração serve para emagrecer. MITO. “É claro que, como consequência da retirada de uma quantidade de gordura, há uma diminuição de medidas, mas não visa ao emagrecimento”, orienta a cirurgiã-plástica Monica Okamoto. O aspecto poderá ser de redução de peso para algumas mulheres, pois a lipoaspiração remodela o corpo.

2) Volume de gordura retirada é controlado. VERDADE. Segundo recomendações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), a quantidade de gordura retirada na lipoaspiração deve ser entre 5% a 7% do peso corporal.

3) É mais perigosa que outras cirurgias plásticas. MITO. “O risco cirúrgico não maior nem menor que qualquer outra cirurgia. Entretanto, é importante levar em conta que grandes volumes retirados ou a associação a outros procedimentos cirúrgicos (como a abdominoplastia) poderão determinar riscos, tanto no ato operatório quanto no pós-operatório”,  orienta cirurgião-plástico Alexandre Barbosa.

4) Lipoescultura e lipoaspiração são diferentes. VERDADE. Enquanto a lipoaspiração consiste em retirar as gorduras acumuladas em regiões do corpo, a lipoescultura usa a  gordura retirada na lipoaspiração para dar volume ou preencher outros locais do corpo, como o bumbum ou a face, com fins estéticos.

5) A paciente não volta a ter barriga.  MITO.  O fato é que a  lipoaspiração geralmente corrige aquele excesso de gordura sobre a região do estômago ou abdômen, mas se a paciente ganhar peso as formas podem ser modificadas e a região lipoaspirada voltar a acumular gordura. A boa notícia é que as áreas lipoaspiradas vão sempre ganhar formas mais bem definidas, mesmo que se ganhe certo peso depois.

6) Drenagem Linfática é fundamental após a lipoVERDADE.  A drenagem linfática é como a continuação da cirurgia de lipoaspiração. O procedimento deve ser realizado por profissional experiente. “A drenagem reduz os edemas e, principalmente, previne a formação dos nódulos cicatriciais, comumente chamados de fibroses”, explica a cirurgiã-plástica Monica Okamoto.

Fonte: A revista da mulher

beijos, Fran
04/04 2019
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