Mamoplastia
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Agora é a vez das próteses mais naturais

                         Foto: Jeffesron Botega, Agência RBS

Antes de mais nada, vale ressaltar que esta reportagem está longe de afirmar que brasileiras e silicone irão romper tão cedo uma relação que já celebra bodas e ainda impressiona o resto do mundo pelos números. Segundo os dados mais atualizados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica, em um país que é vice-líder mundial em cirurgias plásticas, o implante nos seios é o segundo procedimento mais realizado do Brasil, só perde para a lipoaspiração.

A novidade é que, se no início da década passada, essa relação era pública e notória, agora ficou mais discreta. Dos consultórios gaúchos, passando pelos decotes das celebridades e pelas tendências da moda, é possível medir em mililitros que os seios pequenos (ou não tão grandes) voltaram à moda. Entre as famosas, há exemplos para todos os gostos. Scarlett Johansson diminuiu seios naturais. Anitta reduziu duas vezes: primeiro os seios naturais, depois as próteses. Victoria Beckham tirou completamente o silicone, justificando que não combinava mais com o seu estilo sofisticado.

Mesmo quando há implantes, não é mais o desejo das mulheres que se perceba que os seios aumentaram da noite para o dia. Pelo contrário. Quanto mais naturais e discretas parecem as próteses, mais satisfeitas ficam as clientes. Ou seja, a tendência é seios visivelmente menores ou invisivelmente maiores.

De acordo com o cirurgião Felipe Simões Pires, esse é um pedido que vem sendo mais recorrente: que os implantes não pareçam implantes. Algumas pacientes chegam a levar fotos de duas amigas diferentes ao consultório. Da amiga que fez um implante discreto e imperceptível e outra de uma amiga em que o efeito ficou visível, para mostrar justamente o que elas não querem.

Perguntados se a moda do peito pequeno chegará ao ponto em que as mulheres dispensem o silicone, cirurgiões, embora se reconheçam suspeitos para falar, acreditam que não. Um implante parecer natural, observam, é diferente de ser natural de fato.

– Acontece que o seio natural, natural mesmo, tem um formato de gota. Eu não acredito que as mulheres abandonarão o silicone porque há muito esse não é o formato que elas almejam ter. Elas passaram a querer um implante que não se pareça um implante, mas isso não significa que aceitam os seios como são e que não se incomodem com os efeitos do tempo sobre eles – avalia Guilherme Fritsch-Nunes.

Fonte: revistadonna

beijos, Fran
10/11 2018
Mamoplastia
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É possível corrigir a diferença de tamanho entre as mamas?

02Sim, a correção da assimetria pode ser alcançada de várias formas. Se as mamas são pequenas e a paciente deseja um volume maior, uma opção é aumentá-las com próteses de volumes diferentes, obtendo como resultado final mamas mais simétricas.Já quando existe também a flacidez, a melhor opção é a inclusão dos implantes mamários com a retirada de tecido. Esse ultimo procedimento é conhecido como mastopexia.Fonte: SBCP

beijos, Fran
06/11 2018
Mamoplastia
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Assimetria mamária

Na medicina, usa-se o termo “assimetria mamária” para denotar uma diferença no aspecto dos seios das mulheres, que pode ser de vários tipos: tamanho, posição das aréolas, formato, inserção no tórax, prolongamento lateral da mama, peso, entre outras.

A assimetria mamária é extremamente comum e não deve ser motivo de alarde. No entanto, deve-se ter atenção para mudanças súbitas de aparência das mamas, especialmente se estiver associado com febre ou dor no local. Nesses casos, pode-se tratar de mastite que é um quadro de inflamação das mamas.

Outra situação de atenção é a presença de nódulos palpáveis nas mamas que podem ser pequenos ou mesmo grandes chegando a distorcer a aparência da mama. Esses nódulos sempre precisam ser avaliados por mastologista.

A assimetria deve ser avaliada em consulta com o cirurgião plástico quando a aparência das mamas estiver incomodando. Excluindo-se todas as doenças de mamas que podem causar essa alteração, cabe ao cirurgião plástico recorrer a técnicas puramente estéticas para tentar minimizar a assimetria mamária.

Fonte: Minha Vida

beijos, Fran
04/11 2018
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