Mamoplastia
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Mastopexia (Levantamento) com Prótese

Durante o procedimento de mamoplastia de aumento, o excesso de pele é retirado, e a pele restante, esticada. Consequentemente, a forma das mamas melhora e elas são reposicionadas. O médico avaliará o grau da ptose, ou queda das mamas, para determinar o procedimento mais adequado. Normalmente, existem três graus de ptose, classificados como leve, moderado e acentuado, que são determinados pela posição da aréola em relação à prega inframamária e ao esterno. Em geral, há ptose leve se a aréola estiver na prega inframamária. Se a aréola estiver aproximadamente um ou dois centímetros abaixo da prega inframamária, as mamas apresentam ptose moderada; nos casos de ptose mamária acentuada, a aréola pode estar dois ou três centímetros abaixo da prega inframamária e inclinar para baixo. Existem quatro técnicas básicas de mamoplastia de aumento, conhecidas como periareolar, circumareolar, vertical e em âncora, usadas para corrigir graus cada vez maiores de ptose, respectivamente.

» Periareolar

A técnica periareolar, ou em crescente, envolve uma incisão em meia lua no topo da aréola. Essa técnica é o procedimento menos invasivo que chega a um pequeno grau de elevação. Por esse motivo, é indicada para pessoas com mamas pequenas ou que apresentam ptose mamária leve.

» Circumareolar

A circumareolar, ou em rosca (doughnut), é uma técnica que envolve uma incisão circular em torno da aréola. Essa técnica é o procedimento menos invasivo que chega a um pequeno grau de elevação. Por esse motivo, é indicada para pessoas com mamas pequenas ou que apresentam ptose mamária leve.

» Vertical

A técnica vertical envolve uma incisão em forma de V que se estende no contorno superior da aréola e abaixo da linha média da mama. Embora seja levemente mais invasivo, este procedimento chega a um alto grau de elevação. Por esse motivo, esse tipo de incisão é indicado para pessoas com mamas grandes e que apresentam ptose mamária moderada ou acentuada.

» Em Âncora

A técnica em âncora envolve uma incisão em forma de âncora que se estende no contorno superior da aréola e lateralmente na porção inferior da mama. Embora seja o tipo mais invasivo de mamoplastia de aumento, essa técnica chega a um maior grau de elevação. Por esse motivo, é indicada para pessoas com mamas grandes e que apresentam ptose mamária acentuada. Essa animação descreve a técnica em âncora, que é uma das mais comuns realizadas atualmente.

» Preparo Cirúrgico

A duração de um procedimento de mamoplastia de aumento pode variar de uma a quatro horas, dependendo de sua complexidade e se um procedimento adicional, como a colocação de próteses, será realizado ao mesmo tempo. Antes do início do procedimento, a área a ser tratada é limpa, e um anestésico será administrado. O médico provavelmente aplicará uma anestesia geral onde você dormirá durante o procedimento. Além disso, serão desenhadas as linhas da incisão para indicar as áreas da pele que serão removidas.

» Incisão em Âncora

Com o auxílio de um bisturi, o médico faz cuidadosamente uma incisão ao longo das linhas pré-marcadas. A incisão estende-se além do perímetro superior da aréola. Essa área indica seu novo perímetro superior. A região abaixo dela será unida e esticada, deixando a mama mais ereta.

» Remoção da Pele

Usando vários instrumentos cirúrgicos, o médico levanta a pele e a separa dos tecidos abaixo. A aréola e o mamilo permanecem intactos, enquanto as áreas da pele adjacente são removidas. Para assegurar que a mama tenha total mobilidade, o médico pode usar um cauterizador para destruir, ou remover, o tecido ao longo do perímetro da linha da incisão.

» Reposicionamento da Aréola

Após a remoção do excesso de pele, o perímetro superior da aréola é costurado até o perímetro externo da incisão. Com isso, o tecido da aréola e da mama é reposicionado.

» Fechamento da Incisão

A incisão é fechada colocando-se suturas ao longo da linha média vertical e da prega inframamária, assim como ao redor do perímetro da aréola. Alguns médicos também podem preferir colocar suturas externas ao longo da incisão. Antes de fechá-la totalmente, o cirurgião pode colocar um dreno cirúrgico em cada mama, embora alguns profissionais prefiram não usá-lo. Finalmente, podem ser colocadas suturas Steri-strip ou ataduras de gaze para proteger os locais da incisão durante a cicatrização.

» Recuperação

O médico pode recomendar o uso de um certo tipo de malha de compressão após o procedimento. Essa malha apertada ajudará a diminuir o inchaço evitando a formação de líquido, além de proporcionar conforto e sustentação. Talvez você tenha que usá-la por algumas semanas. Se houver drenos cirúrgicos, eles, além das bandagens, serão removidos em alguns dias, enquanto os pontos indissolúveis podem permanecer durante uma ou duas semanas. Pode ser que você sinta dor leve e observe inchaço e hematomas, assim como dormência ao redor da aréola, que devem desaparecer em algumas semanas. Embora já se sinta apta a retornar ao trabalho em uma semana, recomenda-se evitar atividades pesadas, como a prática de exercícios, por três ou quatro semanas após o procedimento, de modo que seu corpo tenha tempo suficiente para cicatrizar.

» Resultado

Você notará uma diferença drástica no formato e na posição das mamas logo após o procedimento. Ainda observará mudanças em sua aparência à medida que o inchaço diminuir e as mamas se adaptarem às novas posições. Na verdade, pode levar um ano até que os resultados finais sejam visíveis. Embora as cicatrizes resultantes da mamoplastia de aumento sejam permanentes, com o tempo, elas ficam pouco perceptíveis, tornando-se linhas finas e brancas. É importante observar que, se você engravidar após uma mamoplastia de aumento, os efeitos da gestação e da amamentação poderão comprometer os resultados e fazer com que suas mamas fiquem flácidas e mudem de forma novamente. Apesar de a mamoplastia de aumento não impedir o processo de envelhecimento, ela pode ajudá-la não apenas a melhorar a posição de suas mamas, como também deixá-las mais firmes por muitos anos.

Fonte: Dream Plastic

beijos, Fran
12/11 2017
Mamoplastia
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Prótese de silicone corrige a flacidez da mama?

Muitas pessoas acreditam que a prótese de silicone corrige a flacidez da mama, o que não é verdade. O silicone é indicado para aumento da mama, não para endurecê-las.
Em casos com pouca flacidez da pele, a prótese adequada pode melhorar um pouco este aspecto. Porém, quando a paciente apresenta maior flacidez, o mais indicado é a retirada de pele (mastopexia), para que ocorra o lifting das mamas. Junto com esse procedimento pode ser feito o implante de silicone, e o resultado ficará ótimo.

Fonte: Dr Rubem Bottas

beijos, Fran
11/11 2017
Mamoplastia
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O Silicone e a amamentação

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A prótese de silicone, em geral, eleva a autoestima da mulher, quando ela se sente desconfortável com o tamanho natural dos seios. Até mesmo seus relacionamentos sociais são beneficiados, já que se torna mais confiante e segura. No entanto, sempre surge aquela dúvida: afinal, o implante prejudicará a amamentação? Fique tranquila, a resposta é não.

A mesma inquietação ronda a cabeça de quem se incomoda com mamas de tamanhos muito diferentes ou volumosas. A motivação pode até ser o desconforto nas costas ou nos ombros, na área da alça do sutiã. Com isso, para se sentirem mais à vontade, as mulheres optam pela cirurgia de redução de mama. Quando bem feita, ela também não prejudica a amamentação.

Leite materno garantido

O silicone é colocado atrás da glândula mamária e fica isolado dentro de uma cápsula sólida. O sistema imunológico ainda reforça essa proteção e produz outra cápsula, como se fosse uma bexiga que reveste a prótese. Isso faz com que o material não entre em contato direto com o organismo. O que pode ocorrer é uma perda provisória da sensibilidade em alguma região do mamilo, caso a cirurgia corte algum nervo do local. “Isso é pouco frequente. Mas, mesmo assim, ele será regenerado e não atrapalhará a amamentação. O tempo de recuperação varia de acordo com o tamanho da mama e da extensão da lesão”, explica Ithamar Nogueira, cirurgião plástico do Hospital Santa Catarina (SP).

Pode ser que você já tenha ouvido alguma amiga comentar que teve problemas na amamentação por causa da cirurgia de aumento dos seios. “O que ocorre é que a mulher tenta buscar uma causa e pode relacioná-la ao silicone. Mas a dificuldade no aleitamento deve ser decorrência de algum transtorno emocional, que interfere na produção de hormônios. A prótese não oferece riscos”, diz Marco Cassol, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SP).

Fonte:  Revista Crescer

beijos, Fran
05/11 2017
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