19 jul


O que é a mamoplastia de aumento?

A mamoplastia de aumento é a cirurgia plástica que insere próteses de silicone, conferindo formato e volume mais equilibrado às mamas, que são consideradas regiões de feminilidade.

 
Do que é feita a prótese de silicone?

O material dos implantes atuais é um gel de alta coesividade, que oferece melhor aceitação pelo organismo, uma textura mais agradável e menos risco de ruptura. Em relação à escolha do implante, alguns fatores são fundamentais para obter resultado natural e satisfação com a cirurgia. É importante a opção por implantes mais modernos e que apresentem características, como coesividade e revestimento texturizado, de última geração.
Normalmente, a paciente relata seu desejo e sua ideia de mama ou de imagem corporal ideal. Em seguida, calcula-se de maneira objetiva a largura (base) e a altura da mama com o intuito de determinar as possibilidades de volume de implante para aquela anatomia específica. Vale salientar que cada mulher tem uma anatomia individual e com valores próprios de base e altura. Um determinado volume que seria muito grande para uma pessoa talvez seja insuficiente para outra, uma vez que as dimensões mamárias e do tórax são distintas. Além disso, utiliza-se a prova de moldes, frente aos tamanhos já previamente selecionados e, nesse momento, decide-se em conjunto entre dois ou três tamanhos diferentes.

 
Como o médico sabe o melhor tamanho de prótese?

Ouvindo suas expectativas, avaliando a largura, altura das mamas e outras medidas do corpo, o cirurgião plástico especialista consegue nortear e formar uma opinião sobre o tamanho da prótese a ser indicado.

 
O que muda nos perfis e volumes das próteses de silicone?

Os volumes das próteses de silicone têm a função de causar mudanças no tamanho das mamas, enquanto o perfil dos implantes altera sua projeção. O cirurgião plástico é capaz de explicar sobre o volume e o perfil das próteses de silicone mais indicadas ao seu caso.

Perfis das próteses de silicone Características:
 
Baixo
Frequência de uso: pouca As próteses de silicone com perfil baixo possuem como característica principal base mais alargada e projeção baixa, o que concede pouca projeção para frente e mais volume ao colo mamário.
 
Moderado Frequência de uso: pouca Com base um pouco menor que as próteses de perfil baixo, os implantes com perfil moderado possuem projeção pouco maior.
 
 
Alto
Frequência de uso: alta Tem base menor e é mais alta. A projeção desse implante causa aparência de mais volume aos seios, deixando-os para frente e sem muito preenchimento do colo mamário.
 
Super Alto
Frequência de uso: média Com indicação restrita a alguns tipos de mamas e biótipos, as próteses de silicone com perfil super alto concedem às mamas projeção unicamente para frente.
Há riscos?

Qualquer procedimento cirúrgico possui riscos e com a mamoplastia de aumento não é diferente. As próteses de silicone, por se tratarem de um corpo estranho, ainda que com alta compatibilidade com o organismo, podem sofrer rejeição. O nome desse processo é contratura capsular, o qual consiste na formação de uma cápsula protetora feita pelo próprio organismo, que provoca o enclausuramento do implante, podendo acarretar dores, perda de elasticidade, assimetria na região e endurecimento das mamas – a contratura capsular pode acontecer também em apenas uma das mamas. Existem métodos que permitem a reversão do caso, como a administração de medicamentos. Em ocorrências mais graves, um procedimento de remoção da prótese é indicado.

 
Que profissional médico pode realizar o procedimento?

Somente cirurgiões plásticos estão habilitados a realizar a mamoplastia de aumento ou qualquer uma de suas variáveis. A Clínica Master Health possui em sua equipe médica apenas membros da Sociedade de Cirurgia Plástica, portanto, realiza seus procedimentos exclusivamente com especialistas da área.

Fonte:.masterhealth
Por: Fran

19 jul

A mamoplastia de aumento tem como intuito aprimorar o contorno e volume das mamas. Esta cirurgia resolve completa ou parcialmente situações incômodas encontradas em diferentes tipos de seios.

Seios tubulares (seios pequenos e pontudos)

Neste caso, há um desafio anatômico a ser ultrapassado. A colocação da prótese de silicone pode causar apenas aumento de volume, sem que a parte inferior acompanhe o crescimento, causando um efeito “bolha”. Para aprimorar o resultado, o cirurgião plástico deve redobrar os cuidados na escolha do formato da prótese de silicone, a qual poderá responder melhor às alterações anatômicas da região.

Seios que apresentam ptose (seios caídos ou com queda)

Ptose é a queda mamária.  Seios que apresentam este problema, normalmente possuem pele extra, sendo indicado o procedimento de mastopexia associado à mamoplastia de aumento, o que reduz o excesso de pele e aprimora o aspecto do mamilo e o volume dos seios.

Seios assimétricos (seios de tamanhos diferentes)

Seios assimétricos podem ser característica natural de algumas mulheres. Certas diferenças de tamanho são passíveis de completa recuperação com a colocação de próteses de silicone de diferentes tamanhos. Caso a diferença seja muito aparente, é comum ser necessária uma cirurgia de mamoplastia de redução, a fim de reduzir o seio maior para, então, harmonizá-lo com o menor e ambos receberem a prótese de silicone.

Seios com características diferentes

Seios com características diferentes são bastante comuns na cirurgia plástica, principalmente quando isso se estende ao posicionamento dos mamilos, que por vezes podem apontar para baixo ou para fora. É possível realizar algumas mudanças nestes seios, amenizando o que pode ser destoante, mas, ainda assim, esta é uma característica deles e será parcialmente preservada numa mamoplastia de aumento.

Seios afastados entre si (seios distantes)

É comum algumas mulheres pensarem que aumentar os seios fará com que eles fiquem mais próximos. Entretanto, as próteses de silicone não modificam a posição dos seios. O intuito de uma mamoplastia de aumento é aumentar os seios harmonizando a projeção da região. Portanto, se os seios forem muito espaçados, possivelmente permanecerão assim após a cirurgia.

Mamilos em posição contrária (mamilos invertidos)

Normalmente, o incômodo dos “mamilos invertidos” ocorre devido ao encurtamento dos canais mamários, que forçam os mamilos para dentro da aréola. Os mamilos em posição contrária ou invertidos podem ser um dos sinais do câncer de mama, por isso aconselha-se a realização de exames e consultas com um médico de confiança, principalmente se o sintoma for acompanhado de caroço no seio ou na axila, alteração de cor, textura da pele e tamanho dos mamilos, sangramento, entre outros.
Os mamilos invertidos podem ser corrigidos por mamoplastia de aumento, ou mesmo em procedimento sem inserção de prótese.

Aréolas grandes e largas

Seios grandes e o processo de amamentação podem causar a presença ou aumento no tamanho das aréolas, fazendo com que fiquem desproporcionais em relação ao tamanho dos seios. Felizmente, durante o procedimento de mamoplastia de aumento, é possível reduzir o tamanho das aréolas para que possam estabelecer uma relação harmônica com o volume dos seios.

Mamilos grandes

Após o período de amamentação é considerado relativamente comum que algumas mulheres desenvolvam mamilos grandes e que apresentem queda. Esta condição pode ser corrigida com uma cirurgia plástica de mamoplastia de aumento, a qual reposicionará o mamilo e aprimorará a condição estética da região.
Fonte:masterhealth
Por: Fran

19 jul

Entidade médica dos EUA afirma que um em cada

quatro pacientes desiste ou adia a cirurgia porque

tem receio de ser anestesiado

Rachel Costa

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A função da anestesia durante uma cirurgia é nobre. Eliminando-se a dor do paciente, torna-se possível ao médico realizar procedimentos mais complexos, com maior controle e segurança. Porém, uma pesquisa realizada pela Sociedade Americana de Anestesiologia revelou que 75% dos entrevistados disseram temer a anestesia. Em alguns casos, o medo chega a causar impactos prejudiciais ao tratamento do doente. De cada quatro pacientes, um tem tanto receio que acaba adiando ou mesmo desistindo da operação.Diante do resultado, há um esforço por parte dos anestesistas para acabar com mitos associados ao procedimento. “A anestesia é muito segura”, disse à ISTOÉ Salomon Imiak, chefe de anestesia do Hospital Plantation (EUA) e membro da Sociedade Americana de Anestesiologia. “Um indivíduo tem 40 vezes mais chance de ser acertado por um raio do que morrer por complicações relacionadas à anestesia”, acrescenta.

É fato que nas últimas décadas a medicina tem buscado meios para aperfeiçoar os procedimentos com o objetivo de reduzir o risco de complicações. Nessa tarefa, registrou grandes avanços. “Um ponto frágil que nos restava, porém, era conseguir mais eficácia na reversão do efeito de bloqueio muscular”, diz o médico Irimar de Paula Posso, da Divisão de Anestesia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e do Hospital Israelita Albert Einstein, ambos na capital paulista. Esse empecilho, todavia, foi superado com a chegada do sugamadex sódico ao mercado. Ainda em análise pelo FDA (órgão regulador americano), o medicamento já faz parte da rotina dos médicos no Brasil e em países da Europa, onde já foi aprovado.

Durante a anestesia geral buscam-se quatro tipos de bloqueio na percepção do paciente: que ele não se lembre do procedimento, que durma durante a operação, que não sinta dor e que esteja com os músculos relaxados. “Nos últimos anos, as medicações usadas foram aperfeiçoadas. Houve progressos nos remédios para os três primeiros efeitos”, lembra Irimar. Faltava uma opção mais rápida para reverter o relaxamento muscular. Até o lançamento do sugamadex, eram usados os chamados anticolinesterásicos. “Contra eles pesa o maior risco de efeitos colaterais e a reversão incompleta ou o retorno da ação dos bloqueadores”, explica Nádia Duarte, presidente da Sociedade Brasileira de Anestesiologia.

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“Nos últimos anos, as medicações usadas
nos procedimentos foram aperfeiçoadas”

Irimar de Paula Posso, da Divisão de Anestesia do
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina
da USP e do Hospital Albert Einstein (SP)
Por isso a chegada do sugamadex tem sido comemorada. “Suas moléculas encapsulam e eliminam mais rapidamente a substância usada para impedir a contração muscular”, explica Salomon Imiak. Nos anticolinesterásicos essa ação não é direta. Eles agem sobre as enzimas envolvidas na passagem do estímulo do nervo para o músculo. Atuando diretamente sobre o relaxador, consegue-se reverter o efeito em cerca de três minutos. Com as drogas anteriores, levava-se ao menos 30 minutos.Além de menos efeitos colaterais, essa maior rapidez no retorno da contração muscular garante mais segurança ao procedimento e evita casos como o do representante de vendas Waldir Alves de Freitas, 68 anos. Após uma cirurgia no pescoço para a retirada de um nódulo, ele retomou a consciência, mas não a contração da musculatura. Ouvia a anestesista lhe pedindo para abrir o olho, mas não conseguia fazê-lo. “De repente senti que não conseguia mais respirar”, relembra. Os médicos perceberam e solucionaram o problema rapidamente.

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Fonte: ISTOÉ
Por: Fran

18 jul

Lipoescultura entenda como é feita a cirurgia
Corpo enxuto, sem gordura localizada na região dos quadris e com bumbum empinado. Cada vez mais pacientes e cirurgiões estão em busca de um resultado perfeito, em que o corpo é remodelado, ou seja, a silhueta é moldada e corrigida.


Neste caso, a indicação dos especialistas é a 
lipoescultura. Entenda como é feita a lipoescultura.

Diferente da lipoaspiração, cujo objetivo é remover os depósitos de gordura acumulados na região dos quadris, culotes, coxas, abdome, costas, joelhos e pescoço, a lipoescultura acontece retirando a gordura de uma região e injetando-a em outra para remodelar o corpo, preenchendo algumas áreas. O objetivo não é ficar mais magra.
Apenas indicada quando não se consegue retirar a gordura localizada por meio de dietas e exercícios físicos, a lipoescultura permite esculpir áreas da face, ou aumentar os glúteos. “O objetivo da lipoescultura é proporcionar redução do volume de gordura corporal em áreas localizadas, como a barriga e, ao mesmo tempo, conferir melhor contorno em outras regiões, corrigindo imperfeições, inclusive na face e glúteos”, explica Dr. Alan Landecker, Membro Titular e Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)e membro da prestigiada International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS).
O cirurgião explica que nessa técnica é retirada a gordura do paciente por meio da lipoaspiração e injetada novamente para modificar o contorno de certas regiões. Atualmente, há profissionais que tratam essa gordura antes de ela voltar ao organismo com a intenção de ter melhores resultados. “Ou ela é lavada com soro fisiológico, com a finalidade de decantá-la antes de injetar, ou é até centrifugada. Neste caso, o objetivo é o de remover ainda mais fragmentos, como sangue e soro, que foi utilizado na lavagem, e injetá-la sem estes elementos”, esclarece. O especialista alerta que não se deve injetar gordura nas mamas, pois é uma região que já possui nódulos gordurosos, o que pode confundir os resultados em casos de mamografia.
A duração da cirurgia depende da quantidade de gordura e da área da remoção. Assim que a cirurgia acaba, o local é coberto com curativos para evitar a inflamação e as cicatrizes são semelhantes as da lipoaspiração. Mesmo assim é importante salientar que existe a possibilidade de má cicatrização, infecções, reações à anestesia, ou até mesmo hemorragias sob a pele, causando inchaços. Por isso é fundamental escolher um profissional com o título de especialista em cirurgia plástica através do cadastro no site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

“Como a gordura é do próprio corpo do paciente, não existe risco de rejeição. Entretanto, 30% a 50% do que foi injetado é reabsorvido pelo organismo. Como uma parte da gordura será reabsorvida, o cirurgião plástico deve injetar um pouco mais de gordura do que é necessário, para compensar esse processo esperado de reabsorção”, explica Landecker.

O pós-operatório é muito parecido com o da lipoaspiração e nunca deve massagear a região que recebeu a aplicação de gordura, justamente para não intensificar a reabsorção. No primeiro mês, os edemas, consequência da cirurgia, começam a melhorar. A cinta elástica é indicada até pelo menos 45 dias. Nos próximos meses, segundo e terceiro, é comum a retração da pele. O efeito do contorno corporal só aparece mesmo em seis meses.
É importante evitar esforço por pelo menos um mês e não molhar os curativos na primeira fase, dois dias depois. Também evitar alguns medicamentos (o médico indicará)e não se expor ao sol por pelo menos oito semanas.
FONTE:vilamulher/terra
Por: Fran

18 jul


Como se preparar para fazer uma cirurgia plástica?

• Qual a primeira coisa a fazer antes de decidir fazer a cirurgia plástica?
Ouvir opiniões de quem já operou , procurar por um profissional correto no site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, evitar médicos não especialista em Cirurgia Plástica, operar somente o que for necessário e não querer fazer tudo em uma única cirurgia, respeitar muito a experiência do medico cirurgião plástico e fugir de preços baixos uma vez que tudo que e’ usado nas cirurgias plásticas tem um valor alto.

• Como procurar um cirurgião para não ter problemas futuros?
O site  www.cirurgiaplastica.org.br  mostra se o medico é cirurgião plástico ou não.
Lembro que a especialidade de Cirurgia Plástica foi invadida por outros médicos aventureiros e não plásticos e também não se deve confundir um cirurgião plástico que fez 5 anos de residência medica em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica com medico esteticista que nem especialidade tem.
Isto não quer dizer que nunca haverá intercorrencias ou complicações.
Cirurgia e’ igual para todos não importando a especialidade, ou seja, sempre há riscos.
Acredito que todo cirurgião plástico esta apto a fazer qualquer cirurgia plástica, porem, há cirurgiões mais familiarizados com lipo, outros com rosto, outros com glúteos,outros com queimados,etc.

• O que pode acontecer se um paciente operar com um falso médico?
Corre o risco de receber falsas orientações pré operatórias, não ser bem operada e também não ter uma correta orientação no pos operatório.

• O que deve acontecer nas consultas antes da operação?
E’ importante passar por consulta medica, entender onde a cirurgia ajuda e ela não ajuda, saber das limitações do corpo, da técnica e do cirurgião;
tirar as duvidas com o medico e não com pessoas leigas;
fazer dieta, fazer esporte, evitar fumar e usar drogas e fazer os exames solicitados.

• O que o médico faz quando percebe que a paciente quer fazer uma cirurgia desnecessária?
Isto vai da índole e da moral do profissional. Eu nego a cirurgia e mostro os motivos para não realizá-la.

• O que é preciso pensar antes de realizar uma cirurgia plástica?

Toda cirurgia exige obediência as ordens do cirurgião.
Importante ter tempo para se cuidar e paciência com o resultado.
Respeitar o tempo de afastamento do trabalho e outras atividades.
Precisa saber que será gasto alguns mil reais e se programar corretamente para isto.
E’ preciso fazer repouso em alguns casos, evitar pegar peso em outros, caminhar quase sempre, elevar pernas quase sempre, evitar sol enquanto houver roxos no corpo, saber que curativos são importantes, fazer drenagens quando solicitadas, fazer uso de cintas e almofadas, fazer uso de cremes, fazer dieta,esporte, etc.
Fonte:Dr. Luis Pinotti

Por: Fran
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