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Quais as cirurgias plásticas mais realizadas em homens?

Nem venha com essa história de que cirurgia plástica é coisa de mulher! Indiscutivelmente, a vaidade chegou ao público masculino e eles querem, sim, ter um tanquinho para chamar de “meu” ou fazer desaparecer os sinais da queda de cabelo que a idade trouxe. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), em cinco anos, a presença de homens em consultórios de cirurgia plástica quadruplicou, passando de 72 mil para 276 mil ao ano, uma média de 31,5 procedimentos por hora. Redução das mamas (ginecomastia), implante capilar, rinoplastia, lipoaspiração e cirurgia de pálpebra estão entre os procedimentos mais realizados.

“Nos últimos dez anos, principalmente, o homem começou a investir mais em seu bem estar e autoestima. Acredito que essa tendência foi impulsionada pela grande divulgação e popularização dos tratamentos cosméticos, que acabaram promovendo uma verdadeira mudança no hábito masculino”, defende o cirurgião plástico Roger Vieira, membro da SBCP e da American Society of Plastic Surgeons (ASPS). “Também precisamos nos cuidar para nos sentirmos bem. Considero isso uma decisão extremamente sadia”.
Os dados da SBCP apontam que a procura por cada tipo de cirurgia varia de acordo com a idade, mas Vieira sabe que os homens estão se preocupando cada vez mais cedo com a aparência. Inclusive, é comum que crianças e adolescentes sejam levados pelos próprios pais ao consultório. “Já bem no início da adolescência, principalmente em virtude da socialização escolar, os meninos começam a se comparar. Aí surgem os padrões do que é aprovável e do que é diferente. Os exemplos mais típicos são as orelhas de abano e a ginecomastia, que podem, muitas vezes, levar ao bullying e acabar prejudicando a formação psicológica do jovem”.
Confira os procedimentos estéticos mais procurados entre os homens de acordo com a idade:
10 a 20 anos: otoplastia (correção das orelhas em abano)
20 a 30 anos: ginecomastia (cirurgia para correção das mamas masculinas), rinoplastia (plástica no nariz) e otoplastia
30 a 40 anos: lipoaspiração, lipoescultura e implantes capilares
40 a 50 anos: implantes capilares
50 a 60 anos: blefaroplastia (cirurgia nas pálpebras)
60 anos ou mais: ritidoplastia (lifting facial ou tratamento cirúrgico das rugas do rosto)
beijos, Fran
13/01 2017
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Benefícios do uso de produtos à base de silicone no tratamento de cicatrizes

Grandes ou mesmo discretas, essas marcas são normalmente um incômodo, tanto para mulheres quanto para homens. Especialistas de diversos países têm trabalhado constantemente na evolução de tratamentos que previnam e suavizem cicatrizes resultantes de cirurgia, queimaduras, traumas, infecção etc. Nessa jornada, estudos realizados ao longo dos últimos anos concluíram, por exemplo, que o uso de silicone no tratamento de redução de cicatrizes hipertróficas ou queloides é altamente eficaz, o que tem revolucionado a vida de milhares de pacientes ao redor do mundo.
Um estudo intitulado Management of scars: updated practical guidelines and use of silicones (Gestão de cicatrizes: orientações práticas atualizadas e uso de silicones) reuniu, recentemente, nos Estados Unidos, um grupo internacional multidisciplinar composto por 24 especialistas em cicatriz. Entre eles estavam dermatologistas, cirurgiões plásticos, especialistas em reabilitação e queimaduras físicas, além de pesquisadores psicossociais e comportamentais, bem como epidemiologistas, que conduziram uma pesquisa cujo objetivo era atualizar um conjunto de orientações práticas voltadas para a prevenção e o tratamento de cicatrizes.
Os resultados desse estudo mostraram que produtos à base de silicone, como folhas e géis, considerados métodos não invasivos, podem ser recomendados como opção de primeira linha, e padrão gold, na prevenção e tratamento de cicatrizes. Dados clínicos sobre opções de gerenciamento de cicatriz existentes até então foram a base utilizada na pesquisa, que em 2014 foi publicada no European Journal of Dermatology1 (Jornal Europeu de Dermatologia).
De acordo com o Tratado de Cirurgia Dermatológica, Cosmiatria e Laser, lançado em 2013 por autores ligados à Sociedade Brasileira de Dermatologia, “o silicone é amplamente utilizado na prevenção de cicatrizes inestéticas, sob a forma de sprays, cremes, géis e placas”. A página 402 do tratado registra que a ação benéfica do uso do silicone decorre da oclusão e hidratação que o produto proporciona à ferida, permitindo a diminuição da atividade capilar, de hiperemia e da deposição de colágeno2.
Três décadas de estudo
No Brasil, um estudo prospectivo, realizado na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, envolveu um total de 128 pacientes consecutivos, entre novembro de 2007 e abril de 2009. O objetivo era alcançar o melhor resultado estético possível dos participantes, e cada um deles estava em fase pós-operatória de cirurgia plástica e tinha indicação de tratamento de cicatrizes.

A conclusão da análise, publicada em 2010 pela Revista Brasileira de Cirurgia Plástica, foi de que “o uso de silicone gel mostrou-se útil na melhora de cicatrizes recentes, melhorando parâmetros subjetivos e objetivos, como eritema, prurido e endurecimento”3. Segundo o mesmo artigo, de título Silicone gel em cicatrizes de cirurgia plástica: estudo clínico prospectivo, o uso do gel em cicatrizes teve início já nos anos 1980, e, desde então, inúmeros estudos científicos têm sido publicados a respeito do tema.

Fonte: Terra

 

beijos, Fran
12/01 2017
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Tendências de cirurgias plásticas para 2017

Bmbum maior, busto menor e procedimentos “rápidos” devem dominar o mundo da cirurgia plástica em 2017, segundo especialistas norte-americanos do The Plastic Surgery Group (TPSG). E se depender das preferências que apresentaram um crescimento significativo em 2016, o derrière à brasileira, cuja demanda aumentou 500% nos últimos meses, será a grande sensação.

MAMAS PEQUENAS
Quando o assunto é busto, as proporções devem diminuir como um todo – incluindo o tamanho dos mamilos. “Temos notado um crescimento de 30% de mulheres interessadas em diminuir o mamilo no último ano”, disse o cirurgião plástico Dan Marsh ao Daily Mail.

Tal redução vem acompanhada também do interesse por próteses menores. Se antes as mulheres optavam, em média, por silicone de 350 a 400ml; agora, o volume tem variado entre 250 e 300 ml. A mudança é reflexo do movimento que exalta a beleza com aspecto natural e acompanha a tendência de silhuetas atléticas e mais longilíneas.

BUMBUNS MAIORES
Enquanto a parte de cima diminui, a de baixo promete volumes maiores. O pedido mais popular de 2016, segundo os especialistas, foi pelo “bumbum levantado à brasileira”, que combina liposucção, contorno e aumento dos glúteos.

O aumento da procura tem relação com o boom de celebridades curvilíneas, como Beyoncé, Jennifer Lopez e irmãs Kardashian. No Brasil, os enxertos de gordura na área tem sido recorrente há décadas e, agora, deve impulsionar ainda mais a procura fora do país.

Fonte: Marie Claire

beijos, Fran
11/01 2017
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