31 jul

 

Lipoaspiração é uma só. Fique atento aos tipos mais simples
Lipoaspiração é uma só. Fique atento aos tipos mais simplesFoto: Marcelo Piu / Agência O Globo
Hidrolipo, minilipo, lipolight… Não se engane com os nomes, todas são lipoaspiração. Vendidos como mais seguros e menos dolorosos, os “subtipos” de lipo têm a mesma técnica da operação feita em centro cirúrgico. A diferença, segundo o cirurgião plástico André Ramos, está na anestesia. E é aí que mora o perigo.
— Estes são nomes comerciais de lipoaspirações que usam anestesia local. A impressão é que é mais seguro. Ao contrário: não têm anestesista de prontidão para qualquer tipo de complicação — explica André.
As lipos que prometem ser menos agressivas, na verdade, retiram menos gordura e, por isso, a dor é menor.
— A dor é proporcional à gordura retirada, que deve ser de, no máximo, 5% do peso corporal — diz o cirurgião, que aponta braços, pernas e barriga como as regiões mais lipoaspiradas: — A indicação para a cirurgia é gordura localizada. Gente com sobrepeso pode fazer, mas obeso tem que emagrecer antes.
A dor é proporcional à quantidade de gordura retirada
A dor é proporcional à quantidade de gordura retirada Foto: Marcelo Piu / Agência O Globo
DICAS DO ESPECIALISTA
INDICAÇÃO: A maioria das pessoas tem gordura localizada, inclusive as magras. Estas podem fazer.
RESTRIÇÃO: Pessoas com sobrepeso têm indicação de lipo se for comprovado que a operação vai melhorar a qualidade de vida do paciente.
CONTRA-INDICAÇÃO: Antes de se submeter à lipo, as pessoas obesas precisam procurar um nutricionista e um endocrinologista para perder peso.
PREÇO: Varia com o número de áreas operadas: entre R$ 6 mil e R$ 10 mil.
ESCOLHA DO CIRURGIÃO: Procure indicações de pessoas que já tenham operado. Em seguida, cheque se o profissional é especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Ele indica os exames pré-operatórios de risco cirúrgico.
PÓS-OPERATÓRIO: Usar cinta por 30 dias, repousar por três dias e nada de dieta nos primeiros sete dias. No 4º dia, pode voltar a trabalhar. Após uma semana, é permitido voltar a fazer exercícios.

Fonte:G1/Extra

Por: Fran

30 jul

Depressão pós cirurgia plástica

A realização de uma cirurgia plástica é um grande momento na vida de uma pessoa. Tudo ocorre ao nível do inconsciente, mesmo uma pequena mudança em seu visual pode afetar fortemente o seu interior. Os sinais de depressão pós-cirurgia plástica têm que ser identificados e também quando ela ocorre depois de qualquer outro tipo de cirurgia – o que não é raro; e uma boa preparação emocional pré-operatória é de grande valia para preveni-la. Muitos pacientes têm um sentimento de tristeza, fadiga e falta de interesse, que começam cerca de três dias após a cirurgia e podem durar mais de duas semanas.

Os fatores principais que causam o transtorno pós-operatório são a síndrome do estresse pós-cirúrgico, constipação intestinal, medicamentos, necessidade de repouso e ter que se afastar de muitas atividades como a prática de exercícios físicos e os cuidados com as crianças pequenas. Além disso, também há um ajuste ao novo olhar das pessoas, as reações dos familiares e dos amigos, estresse financeiro e o sentimento de culpa de que a cirurgia levou à depressão.

O tratamento da depressão pós-operatória é primeiramente preventivo, ou seja, o que você realmente espera da cirurgia plástica, controlar as expectativas excessivas e saber previamente que o pós-operatório pode ser restritivo, que existem “inchaços”, equimoses e até um pouco de dor, dependendo da sensibilidade de cada paciente. Portanto, você deve se preparar para a cirurgia e poder contar com alguém naquele momento, como amigo ou parente ou companheiro e também do seu cirurgião plástico sempre que necessite, transmitindo segurança e otimismo. Após liberação médica, um pouco de exercícios físicos ajudam a melhorar este sentimento interno.

Você deve entender que não é a única pessoa a passar por isso, há milhares de pacientes da cirurgia plástica que sentem o impacto não somente no corpo, mas também na mente. Outra forma de se sentir melhor é encontrar um grupo de pessoas que já passaram pela cirurgia plástica e compartilhar experiências. Portanto, relaxe e aguarde o tempo necessário para o resultado final de sua cirurgia, o que geralmente pode levar meses.

Fonte:Guiadaplástica

Por: Fran

30 jul

Manual do silicone: tudo o que você precisa saber sobre prótese

Quer turbinar o seio? Então veja todos os cuidados necessários que devem ser tomados antes e depois da cirurgia de prótese de silicone


Veja quais são os cuidados que devem ser tomados antes de investir no silicone nos seios

Considerado um dos pontos mais delicados da cirurgia de implante de prótese de silicone, o tamanho da prótese a ser escolhida depende de vários aspectos. “Primeiramente, a paciente deve ter uma conversa aberta com seu cirurgião, que vai tirar todas as dúvidas sobre a cirurgia, avaliará seu perf­il f­ísico, psicológico, cicatrização e principalmente a proporcionalidade de suas formas. O cirurgião também realizará várias fotos pré-operatórias e mostrará diversos resultados de cirurgias de implante de prótese de silicone antes/depois, de modo a orientá-la bem nessa delicada escolha. Por f­im, ele deve sempre respeitar o desejo da paciente, ou seja, a decisão deve ser de certa forma democrática, porém com limitações, tentando sempre alertar a paciente quanto a possíveis exageros”, diz Alexandre Barbosa, cirurgião plástico e membro da SBCP (SP).Deve-se tomar cuidado para não cruzar a tênue linha que separa a normalidade estética do exagero e da artif­icialidade. Helio Caprio explica que é possível simular como será o aspecto dos seios com o tamanho de prótese escolhido pela paciente com o simulador virtual 3D e-stetix.Um bom tamanho de prótese de silicone é aquele que mais se harmoniza com a silhueta e o contorno corporal da paciente, de modo que ninguém seja capaz de perceber que se trata de uma prótese de silicone, dando naturalidade ao resultado.
“Tiramos três fotograf­ias da paciente e as enviamos ao site. As imagens são manipuladas e enviadas de volta já com o aspecto esperado e o volume escolhido. Tudo é feito online”, a­firma o médico. Segundo ele, a vantagem do simulador é que as imagens são diversi­ficadas, e as pacientes aparecem com diversos tipos de roupas. “São dadas várias opções: com vestido, blusa decotada, biquíni, e até sem roupa. É um recurso que pode dar mais segurança na hora de decidir sobre o tamanho da prótese”, explica.
Quando o corpo rejeita o silicone
A evolução do silicone foi essencial para reduzir os casos de vazamento e de contratura capsular. A contratura nada mais é do que uma reação natural do organismo para se defender. “Formada ao redor da prótese pode f­icar dura e contrair o implante, alterando a forma da mama”, explica Alexandre Barbosa.
As primeiras próteses de mama de silicone fabricadas tinham a superf­ície lisa, que possui o maior índice de contratura capsular, por isso a cada cem implantes realizados, um f­icava duro. A partir de meados dos anos 1970 surgiram as próteses de espuma de poliuretano, o que fez que o endurecimento caísse na proporção de um a cada mil.
Até os anos 1990, as próteses entre 120 ml e 140 ml eram as mais procuradas. Na última década, a média ­ficou em torno de 200 ml e 250 ml. Agora, a de 305 ml é a que mais sai. Dados da Silimed (empresa de próteses de silicone).E, f­inalmente, na década de 1980 surgiram os implantes de prótese de silicone texturizadas, em uma tentativa de imitar o efeito rugoso da espuma de poliuretano. “Hoje, a chance de encapsulamento da prótese é mínima, menos de 1%. Mas é bom que a paciente seja alertada que qualquer prótese pode ser rejeitada pelo organismo”, alerta Rogério Schutzler Gomes, cirurgião plástico e membro titular da SBCP (SC).
Questão de toqueAlém do formato e do tamanho, agora já é possível def­inir também a consistência das próteses de silicone. Segundo Helio Caprio, cirurgião plástico e membro titular da SBCP (RJ), as próteses mais antigas eram líquidas demais, ofereciam perigo de vazamento e faziam dobras. Hoje é possível contar com três tipos de recheios.
“O de densidade 1 é mais macio e com maior mobilidade sob o seio. O intermediário, conhecido também como soft touch, é discretamente mais ­firme. O 3 é altamente coesivo, mais usado em casos em que a própria f­irmeza da prótese ajuda a esculpir a mama”, explica.
Vale lembrar que a escolha da consistência da prótese leva em conta o tipo de pele da paciente. “Se o desejo é ter seios mais exuberantes, o ideal é o do tipo 1, que aumenta o volume e mantém o balanço. Se a intenção é turbinar mamas ­flácidas, o mais indicado é o do tipo 2, que vai dar mais ­firmeza. Já para casos de assimetria ou reconstrução mamária, o ideal é o terceiro, desenvolvido para preencher implantes anatômicos”, exemplif­ica o especialista.

Fonte:Corpoacorpo.uol
Por: Fran

29 jul

Lipoplastia é o termo usado de forma genérica para o tratamento da gordura subcutânea com finalidade estética. Lipoaspiração é o nome dado à intervenção cirúrgica onde se aspira os excessos gordurosos do contorno corporal. Lipoescultura é a técnica em que se realiza tanto a aspiração quanto a injeção de gordura em diferentes locais visando uma melhora do contorno corporal.
Ao francês Yves Gerard Illouz é dado o título de pai da lipoaspiração. Muito já avançou, mas os princípios preconizados por ele ainda são utilizados: solução hipotônica para facilitar a aspiração e diminuir o sangramento, cânulas rombas com orifícios laterais, túneis nos tecidos gordurosos, incisões pequenas em lugares pouco visíveis.
HLPA se refere à hidrolipoaspiração, o que na verdade é uma estratégia de lipoaspiração. A lipoaspiração pode ser realizada pela técnica tumescente (ou intumescente) onde se injeta uma solução antes de fazer a aspiração da gordura, ou pela técnica seca, onde se aspira diretamente com a cânula. Foi demonstrado por estudos como o de Klein e Samdal, que na técnica tumescente, para cada 1000 ml de gordura aspirada podemos encontrar cerca de 9,7ml de sangue. Na técnica seca o percentual pode chegar a 30-40% de sangue no volume aspirado.
De acordo com a técnica tumescente (também chamada úmida), é injetado uma solução fisiológica com adrenalina bem diluída e dependendo do cirurgião, uma associação com anestésico local como a xilocaína. Com a injeção dessa solução, provoca-se a hidrodissecção da gordura. Com a formação dos túneis em diferentes níveis do subcutâneo é possível a remoção de coleção de gorduras e correção de irregularidades do contorno.

A gordura injetada deve passar por um tratamento de forma a retirar resíduos celulares e de sangue por exemplo. São feitas enxertia com filetes ou túneis de no máximo 3mm de diâmetro para que se promova a neovascularização. Com isso, podemos tratar depressões superficiais, depressões de celulite, sulcos, determinadas rugas e cicatrizes deprimidas. Não necessariamente tudo que se injeta procurando através da lipoenxertia “faz a pega”. O que se mantém do resultado é um somatório da quantidade de fibrose induzida e número de adipócitos viáveis. Esse último depende também do local anatômico, mobilidade e vascularização da área receptora. Claro que eventuais doenças de base também podem interferir.

A lipoaspiração não pode ser encarada como um método de emagrecimento. Ela serve para tratamento de gordura localizada – aquelas que teimam em continuar a despeito de dieta, exercícios e emagrecimento. São exemplos de áreas a serem tratadas: papadas, culotes, glúteos, cintura, flancos (chamados “pneuzinhos”), coxas, nádegas, pernas, joelhos, tornozelos, braços, costas, e pescoço. Deve-se ainda, observar as condições de contração da pele para acomodação do novo volume tecidual. Cada região do corpo responde com uma capacidade de contração diferente, além da variabilidade de capacidade de contração cutânea de cada indivíduo.

Já no segundo dia após o procedimento, a paciente pode ir retornando aos poucos às suas atividades diárias desde que se sinta capaz e que use a cinta compressiva. Essa deve ser usada por pelo menos 30 dias no pós operatório. Geralmente o retorno às atividades habituais ocorre entre o segundo e o décimo dia. Cuidados devem ser tomados como observar se há dobra de cinta marcando a pele, pois isso pode causar marcas definitivas.O “inchaço” é normal e cerca de 80% regride nos primeiros 30 dias. O resultado definitivo podemos observar entre os 3 e 6 meses de pós operatório.

Houve uma banalização dos procedimentos de cirurgia plástica. A lipoaspiração é um procedimento cirúrgico e deve ser tratado com toda a seriedade que merece. Existem inclusive normas do Conselho Federal de Medicina e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, específicas sobre a lipoaspiração. O objetivo é evitar práticas inconseqüentes, como por exemplo, lipoaspiração em consultório ou sem um anestesista.
Há um limite de retirada de até 5% do peso corporal para a lipoaspiração seca e até 7% do peso corporal para a lipoaspiração úmida. Esses valores podem ser removidos de até 40% da extensão do corpo. É obrigatório que a clínica / hospital onde for realizado o procedimento, disponha de UTI e convênios com bancos de sangue.

FONTE:Dra Ana Carolina Fonseca
Por: Fran

29 jul

 
 
 

Pós-operatório de cirurgia plástica exige acompanhamento médico
Alimentação adequada, cintas e massagens ajudam na recuperação do paciente
A cirurgia plástica é uma técnica que deve ter um planejamento para que tudo ocorra bem. Um ótimo resultado depende não só de adequado ato cirúrgico, como também do pós-operatório adequado. 

Tão importante quanto a cirurgia é programar as etapas no intraoperatório e, no pós operatório, manter os resultados obtidos. Isso significa, acima de tudo, não expor o paciente a riscos. Assim que uma cirurgia é finalizada, imediatamente, o organismo começa uma fase de reparação do trauma cirúrgico.

Essa fase pode ser intensa e, na verdade, vai depender da extensão da operação. Assim, quanto maior a cirurgia, maior a reparação. Para o organismo, a cirurgia nada mais é do que um trauma, que precisa ser reparado.

Aumento do metabolismo e suporte nutricional
Por esse motivo, no pós-operatório é comum o aumento do metabolismo. É importante que haja um suporte nutricional adequado e o médico deve aconselhar o consumo de substâncias que são ajudam à cicatrização, como vitamina C, ferro, acido fólico e alimentos com alto teor de proteínas. Da mesma forma, o paciente deve evitar o contato com elementos que prejudicam a cicatrização, como o cigarro.
“O monitoramento médico regular proporciona a adequação das cintas, mantendo a efetividade da pressão das cintas e malhas”.

É uma fase em que é mais fácil perder peso, devido ao aumento do metabolismo. Isso ajuda no processo de retração cutânea e, consequentemente, potencializa os resultados da cirurgia.

Se o paciente fizer uso de uma dieta adequada, com vitaminas e proteínas, poderá até mesmo perder peso. E, o que é melhor, sem comprometer o resultado da cirurgia nem se expor a riscos para a sua saúde.

Cicatrização exige monitoramento
Em relação à cicatrização, portanto, aconselha-se o uso de alimentos adequados, associado à imobilização das cicatrizes através de micropore e à verificação constante, por meio de monitoramento médico.

É importante observar alterações de pigmentação, elevações das cicatrizes e sintomas como pruridos, a fim de corrigir possíveis desvios.

Assim, pode-se intervir por meio de cremes e medicamentos. Se, por outro lado, não fazemos o monitoramento, podemos perder o momento adequado de tratar possíveis alterações de cicatrização. Em alguns casos, é necessário até realizar outra cirurgia, exatamente pela perda desse momento, que é quando as cicatrizes se tornam inestéticas.
“Todo pós-operatório deve ser monitorado, e cada caso precisa ser individualizado”.

Cintas modeladoras, pouca exposição ao sol e atividade física
Outro fator importante para um excelente pós-operatório é o uso de cintas modeladoras e sutiã apropriados. Tais itens fazem com que os edemas e hematomas desapareçam mais rapidamente e ajudem na retração cutânea.

O monitoramento médico regular proporciona a adequação das cintas, mantendo a efetividade da pressão das cintas e malhas. Esses acessórios devem ser usados, no mínimo, durante 45 dias e, dependendo da necessidade, o médico pode indicar o uso por até seis meses após a cirurgia.

Em resumo, todo pós-operatório deve ser monitorado, e cada caso precisa ser individualizado. A proteção solar é um cuidado importante, já que a exposição precoce pode levar ao aparecimento de manchas e ao escurecimento das cicatrizes. Uma monitoração adequada, feita pelo cirurgião e/ou por sua equipe, lembra o paciente da necessidade de proteção à radiação solar.

Ressalte-se que isso vai depender do tipo de cirurgia realizada. Porém, de uma forma geral, o ideal é ficar afastado do sol por, no mínimo, 60 dias. E, em alguns casos, chega-se a pedir que o paciente fique longe dos raios solares durante seis meses – isso, claro, depende da extensão da cirurgia e do local operado.

Em relação à atividade física, não podemos comprometer o resultado de uma cirurgia liberando precocemente o paciente para fazer exercícios físicos, carregar peso ou realizar movimentos amplos e tensos. Mesmo o ato de dirigir automóveis, feito precocemente, pode incorrer em riscos, como a abertura de pontos e o alargamento de cicatrizes.

O que, de uma maneira geral, vai prejudicar o resultado de uma cirurgia. Assim, quanto à atividade física, a liberação deve ser individualizada, e o médico deve privilegiar sempre o melhor resultado possível, levando-se em conta a extensão da cirurgia e o local operado.

Drenagem linfática
Outro fator importante a ser lembrado é a realização de drenagem linfática no pós-operatório, associada ao uso de técnicas como ultra-som, estimulação russa, endermologia e laser.

O momento adequado de iniciar a drenagem e o uso desses equipamentos deve ser avaliado pelo cirurgião responsável pela cirurgia, bem como a intensidade e a frequência dos tratamentos. Dessa forma, o médico não vai expor o paciente nem comprometer o resultado da operação.

Finalizando, o resultado de uma cirurgia pode levar até um ano para aparecer. Porém, o resultado não aparece por si: é fruto de uma operação feita com excelência, previamente planejada e, no pós-operatório, a monitoração é de suma importância para que se obtenha o melhor resultado possível. Sempre que pensar em realizar uma cirurgia, procure sempre um profissional ligado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Fonte:minhavida
Por: Fran
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