27 jul

 

  1. Parede Torácica
  2. Músculos peitorais
  3. Lobo mamário
  4. Mamilo
  5. Aréola
  6. Ductos lactíferos
  7. Tecido adiposo
  8. Pele

 

As mamas são formadas por um conjunto de glândulas, que tem como função principal a produção de leite. 

Desenvolve-se no embrião na região anterior do tórax, entre a segunda e sexta costela, na chamada “linha do 


leite”, que se estende da axila à região inguinal, onde podem persistir formando as chamadas mamas 


acessórias na idade adulta.
É constituída por um conjunto de 15 a 20 unidades funcionais conhecidas como lobos mamários, representados 

por 20 ductos terminais que se exteriorizam pelo mamilo. Apresentam a forma cônica ou pendular, variando de 


acordo com as características biológicas corporais e com a idade da pessoa.
A mama, além do tecido glandular, é composta por gordura, tecido conjuntivo, vasos sanguíneos, vasos 

linfáticos e fibras nervosas.


O principal suprimento sanguíneo vem das artérias mamárias internas (60%) e da mamária externa ou torácica 


lateral (30%). O restante do suprimento é derivado de pequenos ramos das artérias intercostais, artéria 


toracodorsal, subescapular e toracoacromial.


A drenagem linfática da mama ocorre preferencialmente para a axila (97%), e o restante drena para a cadeia 


mamária interna (3%).
A figura ao lado mostra as três principais cadeias de drenagem linfática da mama:


  1. Linfonodos da cadeia axilar
  2. Linfonodos da cadeia mamária interna
  3. Linfonodos da cadeia supraclavicular

 

 

F0nte:centrodemama.com.br

Por: Fran

27 jul

Embora muitos pacientes desejem aproveitar a anestesia e a internação, para fazerem várias cirurgias ao mesmo tempo, NEM SEMPRE ESTÁ É A MELHOR OPÇÃO.

Recentes estudos mostram que algumas combinações podem aumentar o desconforto e os riscos destas cirurgias combinadas. No entanto, em algumas combinações podem ser oportunas sem interferirem em riscos já existentes. Seu médico, após analisar o seu caso, lhe dará todas as informações úteis para sua decisão.
Independente da cirurgia plástica que você realizará a utilização da anestesia é obrigatória, o que irá variar são os tipos de medicamentos e suas aplicações.
As anestesias mais utilizadas são a geral, local, peridural e a raquianestesia, e o seu cirurgião plástico e seu anestesiologista escolherão a melhor opção para você de acordo com o seu caso.
Não há o que temer, há vários tipos de procedimentos de anestesia, usado em diferentes cirurgias.
Anestesia geral: o paciente fica inconsciente. A anestesia pode ser aplicada por via endovenosa, inalatória ou pela combinação das duas técnicas.
Anestesia local: para procedimentos simples, o anestésico é aplicado somente no local da cirurgia.
Anestesia peridural: é muito utilizada em casos onde serão sentidas dores fortes na parte inferior do corpo.
Anestesia raquidiana : é utilizada quando a cirurgia é realizada na parte inferior do abdômen e dos membros inferiores. É aplicada entre as vértebras nas costas.
Anestesia regional: a anestesia é aplicada próxima aos nervos e abrange uma área maior que aquela onde será realizada a cirurgia (por exemplo, a raquianestesia ou a peridural para cirurgia de varizes).
O que o paciente deve informar ao anestesista?
Todos os fármacos (que toma ou que tomou), assim como reações alérgicas a medicamentos. Questões de saúde, como asma, diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca, infarto ou doença infecto-contagiosa. O uso de drogas (como cocaína, crack ou maconha) e de estimulantes ou anabolizantes.
FONTE:google

Por: Fran

25 jul

torso

A proposta de submeter-se a uma cirurgia plástica faz-se necessário estar esclarecido de detalhes importantes. Leia atentamente todos os documentos, solicite explicações se achar conveniente, reflita sobre todos os detalhes e se tiver dúvidas anote para esclarecer na consulta. Para a satisfação, quanto ao efeito da cirurgia plástica, estar consciente da sua escolha e estar preparado para todos os aspectos envolvidos, os esclarecimentos visam tornar sua cirurgia mais segura e tranquila.
A consulta pelo cirurgião plástico devidamente especializado, habilitado pelo Conselho Regional de Medicina e credenciado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica; as analises das queixas são feitas dentro das técnicas e os limites da especialidade, orientando-se o que pode ser feito para cada caso específico.
A cirurgia visa sempre melhorar os defeitos e imperfeições, usando-se todos os meios técnicos disponíveis, entretanto o paciente deve estar consciente de que pode haver situações imprevisíveis, independentes da atuação do medico, tais como: alergias, infecções, necroses, retrações, dificuldades de cicatrização, edemas, hematomas, seromas, rejeições.
O médico emprega técnicas baseadas num padrão estatístico de publicações em congressos, livros e revistas médicas especializadas, entretanto toda a técnica tem um índice de complicações, mesmo que se tenha toda segurança e cuidado o paciente deve estar ciente das ocorrências. O importante é a assistência do médico para amenizar estas complicações sendo que em alguns casos se faz necessário um novo procedimento cirúrgico para as devidas correções
A expectativa em relação ao efeito da cirurgia deve ser bem consciente e cuidadoso, sendo esclarecido pelo médico quais são as reais perspectivas dentro do meio técnico empregado e os vários fatores dependentes. O momento escolhido para cirurgia deve ser planejado com saúde física e mental estáveis, com tranqüilidade e repouso sem stress longe dos problemas.
Informar com clareza sobre sua saúde medicamentos em uso, doenças pré-existentes, hábitos, obedecendo às orientações, exames laboratoriais, avaliações, prescrições, fotografias. Seguir recomendações quanto abstinência de drogas, álcool, fumo, vasodilatadores, medicamentos naturais, alimentos com conservas e ainda atividades físicas e exposição ao sol, pois pode comprometer a cicatrização.
O acompanhamento programado pós operatório com curativos e revisões é feito supervisionado pelo méico, os acompanhantes devem ficar na sala de espera para que a assistência seja feita com tranqüilidade lembrando que edema equimoses pode acontecer no pós operatório.
Informe ao médico qualquer dúvida, problema ou alteração. Caso seu curativo molhe comunique não tente fazer em casa; use sempre a malha soutein ou faixa recomendada seguindo as sessões de fisioterapia e drenagem linfática.
No pós operatório o repouso é importantíssimo, programe-se para ficar sem fazer esforços, dirigir, fazer compras; é importante ter alguém que possa lhe dar estas assistências pessoais.
O efeito final da cirurgia depende da cicatrização de cada organismo, em média de seis meses a um ano para completa redução de edemas e ocasionalmente pode haver necessidade de complementos da cirurgia que serão avaliados pelo cirurgião plástico.
Caso tenha outras dúvidas ou algum detalhe a serem explicados anote e traga para a consulta
O cuidado e atenção com o paciente visa à intenção e o desejo do medico para que tudo transcorra com segurança, tranqüilidade e que o efeito da cirurgia seja bem sucedido.
Fonte:Cirurgiaplasticaluizlopes
Por: Fran

24 jul

A busca por melhorar a aparência e a forma do bumbum tem levado a um aumento na procura por cirurgias plásticas nessa área do corpo. Para esse tipo de procedimento, podemos relacionar os dois principais tipos de intervenções para os glúteos: a lipoenxertia estruturada ou a prótese de silicone, que serão indicadas após avaliação médica das características clínica e física do paciente, 
A lipoenxertia estruturada pode ser feita a partir da realização conjunta da lipoaspiração. “A gordura retirada de áreas como abdome, culote, braços e coxas é tratada por meio de decantação e/ou centrífugação, com o objetivo de depurar o material e remover fragmentos, como sangue e soro que foi utilizado na lavagem, e injetá-la novamente no organismo. A lipoenxertia estruturada é indicada em situações nas quais a gordura da paciente é suficiente para fornecer o aumento desejado ou preencher pequenas áreas de depressão”.
A colocação da prótese de gel de silicone é realizada entre os músculos das nádegas. A cicatriz fica escondida no sulco entre os glúteos e, normalmente, é de difícil percepção. Esse é um procedimento indicado para quem deseja um grande aumento de volume com resultados quase que imediatos. “Existem algumas desvantagens, pois a prótese pode se mover, lesar nervos ou acontecer uma assimetria entre os dois glúteos”.
O pós-operatório das duas intervenções são diferentes, uma vez que o da prótese de silicone pode ser mais doloroso. A paciente não pode se deitar ou sentar no bumbum por um tempo, dependendo da técnica do cirurgião, deve-se retirar os pontos, caso eles não sejam internos e absorvíveis. Além disso, a cicatriz é um pouco maior, pois precisa permitir a inclusão do implante. Já na lipoenxertia estruturada, o pós-operatório, geralmente, é bem menos doloroso. A pessoa pode sentar e deitar logo após o procedimento e não é necessário a retirada dos pontos, pois são poucos, internos e absorvíveis.
A escolha da melhor técnica deve ser feita juntamente com o cirurgião, que irá avaliar o perfil e explicar as vantagens e desvantagens das duas técnicas para o paciente, finaliza o cirurgião plástico.
Fonte:LazerBeleza
Por: Fran

22 jul

 
 

Casos como o da modelo goiana Louanna Adrielle Castro Silva, que morreu durante uma operação para implantar silicone nos seios, são um alerta para os riscos que oferece uma cirurgia plástica.

Médicos ouvidos pelo G1 dão dicas de medidas que podem reduzir a chance de algo dar errado durante uma intervenção desse tipo. Eles ressaltam, no entanto, que não existe nenhuma garantia absoluta de que o resultado será exatamente o esperado. “Risco, toda cirurgia tem. O que a gente tem que fazer é tomar cuidado para que eles sejam os menores possíveis”, salienta José Horácio Aboudib, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Como encontrar um bom médico
“Na hora de escolher um profissional, a gente tem que pensar a formação”, recomenda o cirurgião plástico Pedro Nader, conselheiro do Conselho Federal de Medicina (CFM). “O paciente tem que questionar diretamente o profissional”, completa.

.Para ser considerado especialista em cirurgia plástica, um profissional precisa passar pelo curso de medicina – seis anos –, pela residência em cirurgia geral – dois anos – e pela especialização em cirurgia plástica – dois ou três anos. Depois de todo esse estudo, ainda tem que ser aprovado em um exame específico para ser aceito na SBCP. O site da entidade traz uma lista com o perfil dos cirurgiões associados.

Por lei, a única formação exigida para que uma pessoa exerça qualquer atividade na medicina é o diploma de graduação. Portanto, se um médico que não seja especialista fizer uma cirurgia plástica, não estará cometendo nenhuma irregularidade

Contudo, os especialistas da área acreditam que a formação é a melhor maneira de escolher um cirurgião. “Imagina fazer uma cirurgia cardíaca com um neurocirurgião. Tem tudo para dar errado”, compara Aboudib, presidente da SBCP.

Pesquisa feita em 2008 pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) mostrou que apenas 2,1% dos médicos processados por seus pacientes no estado entre janeiro de 2001 e julho de 2008 tinham essa especialidade.


Prótese de silicone

O próprio estudo afirmou que a especialização não é obrigatória para o exercício da medicina, mas que os empregadores geralmente exigem essa formação – e incentivou os pacientes que contratam diretamente seus médicos a fazerem o mesmo.

Histórico do médico
Se, mesmo com a formação, o paciente quiser saber se o médico já teve problemas antes, é possível consultar o histórico de um médico no Conselho Regional de Medicina ao qual ele é filiado. Eventuais punições que aquele profissional já tiver recebido ficam registradas.
O serviço serve somente para os casos que já tiverem sido concluídos pelo conselho. “Às vezes, o médico está sendo sujeito de um processo, mas ainda está sendo julgado”, explica Nader.

A conversa no consultório
Não existe um perfil de alguém que não deva fazer cirurgia plástica de maneira nenhuma, mas as cirurgias não são indicadas caso o paciente esteja com problemas de saúde. “A gente só pode fazer uma cirurgia plástica em quem está em perfeitas condições clínicas, exceto em casos de emergência, como em pacientes com câncer ou queimaduras, por exemplo”, afirma Aboudib.

Antes de uma cirurgia de rotina, o paciente deve passar, na maior parte dos casos, por exames de sangue, de urina e uma avaliação cardiológica. Caso o paciente tenha alguma condição específica – como hipertensão ou diabetes, por exemplo –, isso demanda mais cuidados. “É individualizado: cada doença exige um cuidado próprio”, explica Nader.

Problemas como esses ressaltam a importância do diálogo entre o médico e o paciente. “O usuário tem que levar o histórico dele para o doutor”, aponta o conselheiro do CFM.
Além disso, é preciso avisar o médico sobre qualquer mal-estar que aconteça na véspera da cirurgia. Muitas vezes, a pessoa não apresenta nenhum problema no dia de fazer os exames, mas sofre algum problema de saúde antes da cirurgia – como gripe, febre ou diarreia, por exemplo. Esses problemas, que muitas vezes não exigiriam cuidados médicos, podem ser complicadores na hora da operação.

Outra parte importante da conversa com o médico são as recomendações a respeito do pós-operatório, que incluem o tempo de repouso necessário, as restrições que o paciente vai ter e eventuais complicações que ele pode enfrentar.

“O cirurgião tem que deixar claro para o paciente quais são os riscos de maneira genérica e daquele paciente particular”, esclarece Nader. Aboudib, presidente da SBCP, sugere ainda que o paciente não acumule várias cirurgias plásticas em uma mesma operação, pois isso aumenta os riscos. Além disso, ele aconselha fazer somente procedimentos que já tenham sucesso comprovado pela classe médica e que tenham respaldo científico.

“O que se pode fazer é tomar essas providências. Se ocorrer acidente, é acidente”, conclui.

Fonte:G1/bemestar

Por: Fran
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