27 jul

Cirurgia plástica depois da gravidez: benefícios e restrições

É necessário esperar pelo menos seis meses após o fim da amamentação para fazer uma cirurgia plástica, que não deve ser feita para obter o emagrecimento instantâneo

A hora de encarar o espelho depois da gestação pode ser difícil para mulheres que carregaram um ou mais filhos na barriga por nove meses. Muitas pensam em recorrer à cirurgia plástica para reverter a situação da alteração do contorno corporal. O cirurgião plástico Dr. Alan Landecker (CRM 87043), Membro Titular e Especialista em Cirurgia Plástica pela SBCP – Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, membro da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), alerta, no entanto, que se deve ir com calma. “Fazer cirurgia plástica no período pós-parto é permitido, mas não é recomendado. Eu indico fazer a cirurgia plástica pelo menos seis meses após o fim da amamentação, porque o organismo fica sob efeito de uma série de hormônios. Mesmo depois do parto ainda existe inchaço, acúmulo de gordura onde não devia ter, ou seja, o corpo ainda fica com a silhueta alterada por um período e o cirurgião não terá uma visão real do corpo dessa mulher para planejar a operação. Por isso, não é indicado realizar a cirurgia plástica nessa fase”, afirma o médico.

De acordo com Dr. Alan Landecker, o principal equívoco das pacientes é querer perder o peso da gravidez instantaneamente após o parto com uma cirurgia plástica. “É importante lembrar que a técnica é indicada para corrigir depósitos de gorduras localizadas e/ou flacidez de pele em pacientes que estão no peso ideal, ou próximo disso. Mulheres que deram à luz recentemente precisam adotar uma rotina saudável com alimentação equilibrada e exercícios físicos. Muitas pacientes costumam depositar na cirurgia plástica todas as esperanças de conseguir um corpo renovado. Mas, elas precisam ter consciência de que ela será o complemento de um programa de bem-estar, que inclui dieta balanceada, exercícios físicos e também equilíbrio psicológico”, esclarece o médico.

Impactos na amamentação e nos cuidados com o bebê

Para o cirurgião plástico, o principal risco da cirurgia no período pós-parto é o mal resultado. “Se o corpo não estiver no seu estado normal, você realiza a operação, mas não tem parâmetros corretos. Desses resultados, a insatisfação mais comum é em relação à estética pós-cirúrgica”, declara. “No período certo, ou seja, após os seis meses do término da amamentação, a paciente é vista dentro de parâmetros normais. Mas, é necessária uma avaliação médica criteriosa. Só existem restrições para pegar peso, assim a mulher não poderá lidar sozinha com a rotina do bebê”, enfatiza.

Em sua opinião, é importante deixar claro que a cirurgia plástica não deve ser feita tendo o emagrecimento como objetivo. “A regra serve para qualquer paciente, pós-gravidez ou não. A pessoa precisa estar no seu peso ideal ou próximo dele. Se estiver com sobrepeso, necessitará de um programa de educação física e acompanhamento nutricional antes do processo cirúrgico. Se a paciente estiver acima do peso, o resultado não será satisfatório e há maiores riscos de complicações, como infecção na ferida cirúrgica e trombose”, alerta o especialista.

Outra questão relevante para as mamães é que a cirurgia plástica pode interferir no aleitamento materno. Durante o período do aleitamento materno, existe uma série de medicamentos que não devem ser ingeridos. E a anestesia e outros medicamentos relacionados à cirurgia podem interferir na composição do leite oferecido à criança. Por isso, recomenda-se que a mulher já tenha terminado de amamentar.

Tipos de cirurgias mais comuns

Em sua prática clínica, o Dr. Alan Landecker observa que as cirurgias plásticas mais procuradas por mulheres que tiveram filhos são nas mamas e no abdômen, pois são as partes do corpo que mais se modificam durante a gestação. Segundo ele, há casos onde a pele não consegue retrair suficientemente, gerando flacidez e assim alteração do contorno corporal.

“Para as mamas, há duas possibilidades. Quando elas atrofiam e ficam retraídas, mas sem flacidez de pele, o implante mamário pode ser suficiente. Quando há tem flacidez, corrige-se, tirando o excesso. Em algumas pacientes o implante também pode ser utilizado”, explica.

O médico frisa que a prótese colocada corretamente não atrapalha a amamentação. A mulher pode praticar o aleitamento materno normalmente. Como prevenção é indicado que a paciente realize exames anuais para o controle das mamas, após a inclusão do implante mamário.

No abdômen, normalmente, a procura acontece devido ao acúmulo de gordura na parede, flacidez de pele ou muscular – os músculos ficam separados, chamado tecnicamente de diástase. “Isso gera uma fraqueza na parede muscular, as vísceras se insinuam pra frente, o que gera uma protuberância, ou seja, perde-se o abdômen reto. A abdominoplastia geralmente é capaz de corrigir estes problemas”, finaliza Dr. Alan Landecker.

FONTE:http:melhoramiga.com.br

Por: Fran

27 jul

 
01)  “É preciso entender que não existe cirurgia sem cicatriz. Um bom cirurgião pode tentar deixá-la menos aparente, mas não pode eliminá-la por completo”, afirma o cirurgião plástico, Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada, em São Paulo;
02)  “O paciente deve ser conduzido a refletir que se trata de uma troca: no lugar de um problema de contorno corporal, ele ganhará formas mais modeladas, mas também uma cicatriz. É preciso esclarecer o tamanho do corte, onde vai ficar, como é o processo de cicatrização, quanto tempo demora a recuperação detalhadamente”, diz o médico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica;
03)  No caso das cirurgias plásticas para retirada de pele, após uma cirurgia bariátrica, não há como evitar os grandes cortes. Em geral, a flacidez da pele de quem perde 60, 70 kg é de tal magnitude que precisam ser retiradas grandes quantidades de pele das regiões a serem reconstituídas. O que o cirurgião plástico tenta fazer é situar essas cicatrizes em locais menos visíveis. “No caso da reconstituição da barriga, por exemplo, procura-se posicionar o corte na área que fica coberta pela calcinha ou pelo biquíni. Na coxa, o local escolhido é a chamada prega iguinal, próxima da virilha. No braço, a cicatriz deve ficar na parte interna e o mais perto possível da axila”, diz Penteado;
04)   O processo de cicatrização, explica Ruben Penteado, passa por várias etapas e, em geral, completa-se em dois anos. Nos 30 primeiros dias após a cirurgia, o sinal ainda é pouco visível. No mediato, que vai até o 8º ou 12º mês, ele se mostra avermelhado e, em alguns pacientes, elevado e largo. É no período chamado de tardio, após um ano, que este sinal começa a ficar mais claro e menos consistente;
05)  “O resultado final da cicatrização depende de cada paciente, das suas condições nutricionais, do seu histórico de doenças, dos remédios que eventualmente esteja tomando, dentre muitos outros fatores”, esclarece o diretor do Centro de Medicina Integrada;
06)   Um acompanhamento cuidadoso nos primeiros seis meses de cicatrização é fundamental. “O paciente também deve seguir à risca a recomendação médica de não realizar esforços que tensionem a pele na região do corte. O esforço pode quebrar os pontos ou provocar inflamação”, reforça Penteado;
07)   No terreno dos curativos, um grande aliado são os adesivos de gel de silicone. Aplicados sobre os pontos durante três meses, especialmente na barriga e nos seios, esses adesivos controlam a produção das fibras colágenas, evitando os exageros que podem levar a uma cicatriz grossa ou até à formação de quelóides;
08)   “O quelóide é uma cicatrização exagerada que ultrapassa o corte ou trauma cirúrgico. Em geral,  resulta do acúmulo anormal e exagerado das fibras colágenas no local do corte. Existem algumas partes do corpo mais propensas à formação desse tipo de manifestação, como a região das articulações, o ombro, a área central do tórax ou os lóbulos das orelhas e do queixo. O que determina a tendência ao quelóide é o fator genético. Peles negras e orientais estão no maior grupo de risco de aparecimento de quelóides”, explica Ruben Penteado;
09)   Durante o pós-operatório, quem tem tendência à formação de quelóide deve manter um rigoroso repouso para não provocar o estiramento da pele, evitando que os pontos fiquem distendidos além do natural. “O uso de corticóide – que inibe algumas etapas da cicatrização e possibilita maior controle durante o processo – ou de pomadas e curativos oclusivos com o mesmo princípio ativo é outro grande aliado para evitar o aparecimento de quelóides”, diz o diretor do Centro de Medicina Integrada.
FONTE:medintegrada.com.br/
Por: Fran

27 jul

Anestesia
 

É bom ler estas informações, com atenção, para entender melhor o que acontece antes e durante uma operação, e para conhecer as respostas certas para muitas dúvidas sobre ANESTESIA.

O que é Anestesia ?
Anestesia é o estado de total ausência de dor e outras sensações durante uma operação, exame diagnóstico ou curativo. Ela pode ser geral, isto é, para o corpo todo; ou parcial, também chamada regional, quando apenas uma região do corpo é anestesiada. Sob o efeito de uma anestesia geral, você dorme. Com anestesia regional você pode ficar dormindo ou acordado, conforme a conveniência, embora parte de seu corpo fique anestesiada.
Quanto tempo dura uma Anestesia ?
A Anestesia dura o tempo necessário para que o Cirurgião faça seu trabalho. Oferece, ainda, abolição da dor por tempo variável após o procedimento. Atualmente há recursos para abolir toda a dor que vem depois de uma operação.

Quem aplica a Anestesia? 
A Anestesia é aplicada por especialistas, que cursaram seis anos da Faculdade de Medicina e mais três anos de curso de especialização, no mínimo. Estes médicos não só aplicam a anestesia, como também cuidam de você durante toda a operação e além dela. Controlam Pressão Arterial, Pulso, Ritmo Cardíaco, Respiração, Temperatura e outras funções orgânicas importantíssimas. Cuidam de tudo para que você esteja sem sofrimento, seguro e para que o cirurgião possa fazer o trabalho com tranqüilidade. O Anestesiologista é o verdadeiro guardião de sua vida durante e logo após uma operação. Estará ao seu lado, durante todo o tempo da cirurgia, exclusivamente para cuidar de você, mesmo que você não perceba ou não se lembre de nada depois da anestesia.

Que tipos de anestésicos são usados ? 
Existem diversos tipos de anestésicos gerais e locais. Os locais são depositados perto dos nervos, enquanto anestésicos gerais são administrados pela veia ou através da respiração. Todos proporcionam anestesias adequadas. A escolha do anestésico varia com o tempo e o tipo de operação, com as suas condições físicas e emocionais. Depois de conhecê-lo, avaliar seus exames pré-operatórios, saber a cirurgia proposta, o Anestesiologista indicará a melhor opção.
Quem esclarece você sobre a Anestesia? 
Seu Médico já deve ter conversado sobre a Anestesia com você. Porém, somente na consulta com o Médico Anestesiologista é que todos os esclarecimentos serão feitos. Não aceite qualquer informação de pessoas não especializadas. Existem muitas fantasias e desinformações sobre a Anestesia.
Quem escolhe o Anestesista? 
Você tem o direito de escolher o seu Anestesiologista. Normalmente, porém, os hospitais possuem Serviços de Anestesia com os quais o seu Cirurgião já está acostumado a trabalhar. Afinal, operação é trabalho de equipe, e ele gosta da equipe completa.
O que acontece antes da operação ?
Primeiro, o Anestesiologista o examinará, prestará informações e orientará sobre a Anestesia. Alguns exames de laboratório e Raio X poderão ser necessários. Os preparativos da enfermagem, a pedido dos médicos, podem incluir raspagem dos pelos do lugar da operação, algum remédio e muita atenção. Na noite anterior e cerca de uma hora antes da operação, dependendo do dia e horário de sua internação, é provável que você receba algum comprimido ou uma injeção de sedativo, para tornar mais confortável para você o transporte e a chegada à Sala de Operações.
Como você colabora com sua própria segurança? 
Não coma nem beba qualquer coisa, pelo menos oito horas antes da operação, nem água. É para ficar em jejum mesmo. Conte, ao Anestesiologista, os nomes de todos os remédios que você toma ou tomou regularmente. Em especial enumere aqueles a que você tem ALERGIA. Serão removidas de sua boca quaisquer peças dentárias móveis como dentaduras, pivôs, pontes, especialmente as de menor tamanho. Não use cosméticos ou produtos de beleza no dia da operação: deixe-os em casa. Não leve ao hospital, e muito menos para a Sala de Operações, jóias pessoais como anéis, pulseiras, relógios de pulso, brincos, como também retire alfinetes, grampos de cabelo, perucas, cílios postiços e outros objetos desnecessários. Não mastigue goma de mascar antes da cirurgia, porque isto provoca aumento de ar e de sucos no estômago, o que pode causar vômito depois da operação. O cigarro, é bom largar pelo menos 15 dias antes da operação. Mas se é inveterado, reduza bastante: no máximo 1 cada 4 ou 5 horas. Siga, de forma obediente, as orientações dos seus médicos.
O que é a Sala de Recuperação? 
Quando termina a cirurgia, o Anestesiologista suspende os anestésicos e inicia-se o processo de recuperação. Isto pode demorar alguns minutos ou algumas horas, dependendo da duração e do tipo da anestesia aplicada. Durante este tempo, você estará sob cuidados de pessoal qualificado para evitar complicações e surpresas. Você ficará na Sala de Recuperação Pós-Anestésica, dentro do bloco cirúrgico, até estar completamente desperto ou recuperado. Só aí que o Anestesiologista dará autorização para que você seja levado de volta a seu quarto. Nos casos de grande operação, que causam sofrimento, você poderá ser levado para uma sala de cuidados mais atentos, para que não haja sofrimento ou risco. Se isso tiver que acontecer, o Anestesiologista lhe explicará antes.
O que você vai sentir após a Anestesia? 
Depende muito da operação, do tipo de anestesia e de suas condições físicas. Graças às modernas técnicas de Anestesia, apenas um número muito pequeno de pacientes chega a sentir-se mal. O que deve ser ressaltado é que você, provavelmente, não sentirá nada, nem se lembrará de nada. O Anestesiologista zelará para que lhe seja assegurado o máximo conforto.
Qual o risco de uma Anestesia? 
São muito raros, atualmente, os acidentes ou complicações de uma Anestesia. Com instrumental, técnicas, conhecimentos e medicamentos modernos, o Anestesiologista reduz ao máximo os riscos de acidentes anestésicos. O Anestesiologista, além do conhecimento e da especialização médica empregará toda sua perícia e experiência clínica para o sucesso completo do tratamento.
Por que o medo da Anestesia?
Todas as pessoas tem medo do desconhecido. É como viajar de avião. Quem nunca o fez, morre de medo. Outros, mesmo viajando sempre, também se preocupam. Mas milhares de vôos são realizados, no mundo todo, na mais absoluta segurança. Os poucos acidentes que acontecem são matéria para a imprensa divulgar com estardalhaço. Isso ajuda as pessoas a terem mais medo. A mesma coisa acontece na anestesia: há medo do desconhecido e muitas divulgações alarmistas de raros acidentes. Como nas viagens de avião, diariamente anestesiologistas qualificados aplicam milhares de anestesias, em todo o mundo, com toda a segurança. É bem por isso que você deve exigir que somente Anestesiologista qualificado o examine antes da operação, o oriente e faça a sua anestesia. Assim você pode evitar ou diminuir o medo da anestesia. Ouvir explicações sinceras e seguras reduz muito as ansiedades.
Quanto custa uma Anestesia?
Depende bastante da operação, do tempo de trabalho e da complexidade. Mas, se você é paciente particular, tudo será discutido, com antecedência, sem surpresas. Se você possui algum convênio, serão seguidas as regras e exceções da sua Instituição. As vezes poderão aparecer algumas diferenças que também serão discutidas com antecedência.
CONHEÇA E CONVERSE COM SEU ANESTESIOLOGISTA
Fonte:Sociedade Brasileira de anestesiologia
Por: Fran

27 jul

Grande parte das pessoas que se encontram acima do peso e optam por uma cirurgia plástica para eliminar este excesso, acreditam que apenas o procedimento cirúrgico, será o suficiente para alcançar o físico almejado.

Entretanto, existe uma grande diferença entre o resultado que a paciente espera e o que, de fato, a cirurgia pode oferecer.

É muito importante ter em mente que não existem milagres quando o assunto é perda de peso. Uma cirurgia voltada para esse fim, só terá um resultado satisfatório se estiver aliada à prática de exercícios físicos regulares e a uma dieta balanceada.

Partindo desse pressuposto, uma paciente que opta por uma Lipoaspiração ou Abdominoplastia, por exemplo, e se encontra muito acima do peso, deve antes de qualquer coisa, procurar um (a) nutricionista e buscar uma dieta que a faça emagrecer de forma natural.

Após o emagrecimento, ela poderá recorrer à cirurgia como uma forma de aperfeiçoar o resultado da dieta e assim, se sentir completamente satisfeita.

O que pode ocorrer, em alguns casos, é o cirurgião plástico vetar o desejo da paciente de realizar a cirurgia, caso ela se encontre em sobrepeso muito acentuado. Afinal de contas, os riscos serão maiores e a expectativa de tais pacientes, na maioria das vezes, serão frustradas.

Baseado nisso, uma cirurgia plástica não deve ser entendida como um tratamento ou como solução para a obesidade. A perda de peso será apenas uma conseqüência da técnica utilizada no procedimento, que removerá tecido ou gordura.

Segundo normas do CFM (Conselho Federal de Medicina), há um limite de gordura que pode ser retirado durante a Lipoaspiração, no caso, 7% do peso corporal ideal da paciente em litros.

Tal percentual é estabelecido para evitar que o organismo fique debilitado, uma vez que junto com a gordura também ocorre aspiração de sangue.

Em relação à Abdominoplastia, o mesmo fato também ocorre. A retirada do excesso de pele e consequentemente flacidez não surtirão efeito, se a pessoa estiver acima de seu peso ideal.

É muito comum, na maioria desses casos, a paciente criar a ilusão de que a retirada de gordura ou de pele será o suficiente para a mesma sentir-se magra.

Como ressaltado, o pequeno percentual retirado atende um limite de segurança e não possui o intuito de emagrecer a paciente, apenas aperfeiçoar a silhueta do corpo.

Por isso, mais do que simplesmente recorrer à cirurgia plástica, uma pessoa que quer emagrecer deve, primeiramente, buscar um tratamento multidisciplinar, que envolva uma dieta equilibrada e a prática de atividades físicas.

O procedimento cirúrgico será a última etapa do processo e terá como objetivo proporcionar um resultado definitivo e satisfatório, que só será duradouro, se houver a manutenção por parte da paciente.

Fonte:Plastica do sonho

Por: Fran

27 jul

 

  1. Parede Torácica
  2. Músculos peitorais
  3. Lobo mamário
  4. Mamilo
  5. Aréola
  6. Ductos lactíferos
  7. Tecido adiposo
  8. Pele

 

As mamas são formadas por um conjunto de glândulas, que tem como função principal a produção de leite. 

Desenvolve-se no embrião na região anterior do tórax, entre a segunda e sexta costela, na chamada “linha do 


leite”, que se estende da axila à região inguinal, onde podem persistir formando as chamadas mamas 


acessórias na idade adulta.
É constituída por um conjunto de 15 a 20 unidades funcionais conhecidas como lobos mamários, representados 

por 20 ductos terminais que se exteriorizam pelo mamilo. Apresentam a forma cônica ou pendular, variando de 


acordo com as características biológicas corporais e com a idade da pessoa.
A mama, além do tecido glandular, é composta por gordura, tecido conjuntivo, vasos sanguíneos, vasos 

linfáticos e fibras nervosas.


O principal suprimento sanguíneo vem das artérias mamárias internas (60%) e da mamária externa ou torácica 


lateral (30%). O restante do suprimento é derivado de pequenos ramos das artérias intercostais, artéria 


toracodorsal, subescapular e toracoacromial.


A drenagem linfática da mama ocorre preferencialmente para a axila (97%), e o restante drena para a cadeia 


mamária interna (3%).
A figura ao lado mostra as três principais cadeias de drenagem linfática da mama:


  1. Linfonodos da cadeia axilar
  2. Linfonodos da cadeia mamária interna
  3. Linfonodos da cadeia supraclavicular

 

 

F0nte:centrodemama.com.br

Por: Fran
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