Plásticas
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Os homens estão cada vez mais vaidosos

 
O número de homens que recorre à lipoaspiração aumentou. “Cresce, também, o número de homens que, após perder peso, optam pela lipoaspiração como um retoque final ao novo formato corporal. O procedimento é capaz de eliminar gordurinhas que raramente são eliminadas através de exercícios físicos”, diz o cirurgião
 
O tamanho do nariz também os preocupa e alguns sentem necessidade de fazer uma rinoplastia: “Em geral, os homens querem ter um nariz menor, menos proeminente. Além das queixas relacionadas ao formato, também a giba (osso do dorso nasal) incomoda bastante por pautar as relações interpessoais, gerando brincadeiras e apelidos”, afirma.
 
Blefaroplastia: “Essa é uma das principais cirurgias plásticas feitas em homens com mais de 35 anos. Isso porque ela suaviza as olheiras, garantindo uma aparência rejuvenescida, aliada com as novas exigências do mercado de trabalho”…
 
Implante capilar: “Enquanto os mais jovens recorrem às clínicas de medicina estética para se livrar dos pelos no corpo, principalmente na região do peito, abdômen e costas, depois dos 35 anos é comum uma maior preocupação com a queda de cabelo que os faz parecer mais velhos. As técnicas de implante, hoje, estão muito avançadas. E os resultados são tanto melhores quanto mais cedo o paciente recorrer a um tratamento”.
 
 
 
Os homens também recorrem ao face lift: “A melhor fase para optar por um facelift é entre 45 e 60 anos, a fim de levantar a expressão, eliminar as bolsas de gordura e pele sob os olhos, suavizar os sulcos nas laterais dos lábios, e levantar um pouco a região da face e pescoço. Trata-se de uma fase em que o homem está mais atento à saúde e à adoção de hábitos saudáveis. A cirurgia plástica pode ser, então, mais um recurso para sentir-se bem”.
 
 
 
Se as rugas são mais profundas, preenchimentos com ácido hialurônico e laser: “Quando a ruga já se transformou em sulco, além da toxina botulínica, é necessário usar o ácido hialurônico, para fazer o preenchimento do volume perdido. O laser é outro aliado para o tratamento das imperfeições da pele. Esse trio formado por toxina botulínica, preenchimento e laser tem ótimo poder de rejuvenescimento”
 
Fonte: YAHOO MULHER
 
beijos, Fran
26/07 2017
Plásticas
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Brasil é líder em cirurgia estética íntima

Vaginas podem ter os mais diversos formatos, ter particularidades na cor e na textura da pele, ter diferenças no tamanho e volume dos lábios, mas muitas mulheres parecem não estar convencidas disso. Em 2016, 25 mil brasileiras entraram na faca para corrigir suas “imperfeições” vaginais – o dobro do ano anterior, segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica (Isaps, na sigla em inglês). Os números crescentes alçaram o país ao posto de recordista mundial das cirurgias íntimas. E, segundo especialistas no procedimento, a motivação estética supera a funcional, que é quando a anatomia dos lábios provoca alguma dor ou desconforto.

Para a ginecologista Karla Giusti Zacharias, do Grupo Huntington, é importante entender que a diversidade de formatos existe e é normal. “Da mesma forma que as mulheres são altas, baixas, magras e gordas, existe diferença na formação da vagina e da vulva. Na prática, o que se observa é que o tamanho dos pequenos e grandes lábios é bastante variado, não existe um padrão”, explica. “A assimetria que acompanha todo o nosso corpo também se dá na região íntima. Por isso, nota-se uma diferença de tamanho entre os lábios. E quanto à coloração, ela varia de acordo com o tom da pele de cada mulher. As mais morenas, por exemplo, jamais terão lábios rosados.”

A recomendação dos especialistas brasileiros é que a cirurgia seja feita somente na idade adulta – a partir dos 18 anos -, depois que o corpo já estiver formado. “A maioria das minhas pacientes tem entre 25 e 35 anos, quando já atingiram uma certa maturidade em relação ao seu próprio corpo e sexualidade”.

Fonte: UOL

beijos, Fran
23/07 2017
Plásticas
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Para quem é indicada a miniabdominoplastia?

Diferentemente da abdominoplastia clássica que retira muita pele (geralmente entre a cesárea e o umbigo), amarra a musculatura até a parte superior do abdômen (próximo às mamas), remodela o umbigo e trata a flacidez moderada a acentuada; a mini abdominoplastia é indicada apenas para casos de flacidez leve.

A miniabdominoplastia retira pouca pele (em torno de 3 cm, por isso a cicatriz é menor, ficando entre o tamanho de uma cesárea e da abdominoplastia clássica). A parte da musculatura amarrada é apenas a abaixo do umbigo. O umbigo não é remodelado como na abdominoplastia. Logo, para ter indicação de miniabdominoplastia, a paciente deve ter pouca pele em excesso, pouca flacidez muscular (apenas abaixo do umbigo). São geralmente pacientes magras e que se mantiveram magras na gestação, tendo engordado próximo dos 8 kg durante a gravidez.

A cirurgia é realizada com anestesia peridural ou raqui, dura em torno de 2 horas. A dor não costuma ser forte, sendo comum apenas um desconforto controlado por medicamentos comuns. O risco cirúrgico é menor que o de uma cesárea.

Fonte: Dicas de Mulher

beijos, Fran
17/07 2017
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