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Enxerto de gordura na face

Cada vez mais usado na cirurgia de face, o enxerto de gordura repõe o volume dos tecidos e ajuda a suavizar as alterações do contorno facial que ocorrem com o tempo, principalmente no sulco entre a boca e as bochechas e no realce dos lábios.

Fonte: SBCP
beijos, Fran
19/09 2017
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Lipoaspiração x Lipoescultura Saiba para quem serve cada uma das técnicas

barriga32

 

LIPOASPIRAÇÃO

O que é Lipoaspiração: A técnica é utilizada para retirar os excessos de depósitos de gordura em várias partes do corpo, como abdômen, coxas, braços, pescoço, cintura, costas, parte medial do joelho, peito, bochechas, queixo, pernas e tornozelos.  O procedimento pode ser classificado em pequeno, médio ou grande, variando de acordo com a quantidade de gordura retirada e partes do corpo abordadas. Segundo o cirurgião plástico Dr. Paulo Bettes, a quantidade a ser retirada deve ser no máximo aproximadamente 5% do peso corporal.

Como funciona a Lipoaspiração: “O processo aspira a gordura do corpo, através de cânulas para soltar o excesso de gordura. Essa gordura deslocada é aspirada para fora do corpo, através de um aspirador cirúrgico ou seringa ligada à cânula”, explica Dr. Paulo Bettes. A medida retirada geralmente é feita em litros de gordura e não diretamente em quilos na balança. Porém, os resultados e a melhora do contorno corporal serão percebidos depois que o inchaço e a retenção de líquido diminuírem. Nas primeiras três semanas, cerca de 80% do inchaço tende a desaparecer, já o restante vai sendo eliminado aproximadamente em seis meses.

Para quem serve a Lipoaspiração:

  • Adultos, com peso normal ou no máximo, cerca de 20-30% a mais do seu peso ideal que apresentem gordura localizada em determinadas regiões. Não sendo indicado para quadros de obesidade ou com objetivo de emagrecer grandes proporções.
  • Ideal para pessoas que tenham a pele firme e um bom tônus muscular, já que a cirurgia não retira o excesso de pele. Isso vai depender da capacidade de retração da pele do paciente.

LIPOESCULTURA

O que é Lipoescultura: Esse procedimento associa as técnicas de lipoaspiração com as de lipoenxertia. A gordura retirada, durante a lipoaspiração, é purificada e usada como enxerto para modelar ou até mesmo aumentar outras partes do corpo da paciente, como glúteos, mãos, mamas, vincos da face, depressões da pele, entre outras. “Um exemplo muito comum deste procedimento, é o aumento do bumbum. Retiramos a gordura de uma área que tenha mais concentração e a enxertamos na região glútea, dando um efeito de aumento”, revela Dr. Paulo Bettes.

Como funciona a Lipoescultura: Após a retirada da gordura corporal excedente por meio da lipoaspiração, o cirurgião plástico utiliza finas seringas para fazer o enxerto na região desejada, criando volume e uma nova forma no local. O procedimento cirúrgico dura, em média, duas horas. A recuperação e visualização dos resultados ocorre da mesma forma que a lipoaspiração. Em cerca de três semanas é possível ver os primeiros resultados, e somente após cerca de seis meses pode ser percebido o resultado final.

Para quem serve a Lipoescultura:

  • Adultos, que tenham gordura localizada, porém que estejam dentro do peso e apresentem falta de volume em determinada região corporal;
  • Além de pele firme e bom tônus muscular na região a ser retirada a gordura, é também necessário ter a pele elástica na região a ser enxertada a gordura, a fim de se obter resultados satisfatórios.

Fonte: revistacorpore

beijos, Fran
17/09 2017
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Pós – Operatório de cirurgia plástica

Alimentação adequada, cintas e massagens ajudam na recuperação do paciente. A cirurgia plástica é uma técnica que deve ter um planejamento para que tudo ocorra bem. Um ótimo resultado depende não só de adequado ato cirúrgico, como também do pós-operatório adequado.

Tão importante quanto a cirurgia é programar as etapas no intraoperatório e, no pós operatório, manter os resultados obtidos. Isso significa, acima de tudo, não expor o paciente a riscos. Assim que uma cirurgia é finalizada, imediatamente, o organismo começa uma fase de reparação do trauma cirúrgico.

Essa fase pode ser intensa e, na verdade, vai depender da extensão da operação. Assim, quanto maior a cirurgia, maior a reparação. Para o organismo, a cirurgia nada mais é do que um trauma, que precisa ser reparado.

Aumento do metabolismo e suporte nutricional

Por esse motivo, no pós-operatório é comum o aumento do metabolismo. É importante que haja um suporte nutricional adequado e o médico deve aconselhar o consumo de substâncias que são ajudam à cicatrização, como vitamina C, ferro, acido fólico e alimentos com alto teor de proteínas. Da mesma forma, o paciente deve evitar o contato com elementos que prejudicam a cicatrização, como o cigarro.
“O monitoramento médico regular proporciona a adequação das cintas, mantendo a efetividade da pressão das cintas e malhas”.

É uma fase em que é mais fácil perder peso, devido ao aumento do metabolismo. Isso ajuda no processo de retração cutânea e, consequentemente, potencializa os resultados da cirurgia.

Se o paciente fizer uso de uma dieta adequada, com vitaminas e proteínas, poderá até mesmo perder peso. E, o que é melhor, sem comprometer o resultado da cirurgia nem se expor a riscos para a sua saúde.

Cicatrização exige monitoramento

Em relação à cicatrização, portanto, aconselha-se o uso de alimentos adequados, associado à imobilização das cicatrizes através de micropore e à verificação constante, por meio de monitoramento médico.

É importante observar alterações de pigmentação, elevações das cicatrizes e sintomas como pruridos, a fim de corrigir possíveis desvios.

Assim, pode-se intervir por meio de cremes e medicamentos. Se, por outro lado, não fazemos o monitoramento, podemos perder o momento adequado de tratar possíveis alterações de cicatrização. Em alguns casos, é necessário até realizar outra cirurgia, exatamente pela perda desse momento, que é quando as cicatrizes se tornam inestéticas.
“Todo pós-operatório deve ser monitorado, e cada caso precisa ser individualizado”.

Cintas modeladoras, pouca exposição ao sol e atividade física

Outro fator importante para um excelente pós-operatório é o uso de cintas modeladoras e sutiã apropriados. Tais itens fazem com que os edemas e hematomas desapareçam mais rapidamente e ajudem na retração cutânea.

O monitoramento médico regular proporciona a adequação das cintas, mantendo a efetividade da pressão das cintas e malhas. Esses acessórios devem ser usados, no mínimo, durante 45 dias e, dependendo da necessidade, o médico pode indicar o uso por até seis meses após a cirurgia.

Em resumo, todo pós-operatório deve ser monitorado, e cada caso precisa ser individualizado. A proteção solar é um cuidado importante, já que a exposição precoce pode levar ao aparecimento de manchas e ao escurecimento das cicatrizes. Uma monitoração adequada, feita pelo cirurgião e/ou por sua equipe, lembra o paciente da necessidade de proteção à radiação solar.

Ressalte-se que isso vai depender do tipo de cirurgia realizada. Porém, de uma forma geral, o ideal é ficar afastado do sol por, no mínimo, 60 dias. E, em alguns casos, chega-se a pedir que o paciente fique longe dos raios solares durante seis meses – isso, claro, depende da extensão da cirurgia e do local operado.

Em relação à atividade física, não podemos comprometer o resultado de uma cirurgia liberando precocemente o paciente para fazer exercícios físicos, carregar peso ou realizar movimentos amplos e tensos. Mesmo o ato de dirigir automóveis, feito precocemente, pode incorrer em riscos, como a abertura de pontos e o alargamento de cicatrizes.

O que, de uma maneira geral, vai prejudicar o resultado de uma cirurgia. Assim, quanto à atividade física, a liberação deve ser individualizada, e o médico deve privilegiar sempre o melhor resultado possível, levando-se em conta a extensão da cirurgia e o local operado.

Drenagem linfática

Outro fator importante a ser lembrado é a realização de drenagem linfática no pós-operatório, associada ao uso de técnicas como ultra-som, estimulação russa, endermologia e laser.

O momento adequado de iniciar a drenagem e o uso desses equipamentos deve ser avaliado pelo cirurgião responsável pela cirurgia, bem como a intensidade e a frequência dos tratamentos. Dessa forma, o médico não vai expor o paciente nem comprometer o resultado da operação.

Finalizando, o resultado de uma cirurgia pode levar até um ano para aparecer. Porém, o resultado não aparece por si: é fruto de uma operação feita com excelência, previamente planejada e, no pós-operatório, a monitoração é de suma importância para que se obtenha o melhor resultado possível. Sempre que pensar em realizar uma cirurgia, procure sempre um profissional ligado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Fonte: minhavida
beijos, Fran
13/09 2017
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